Desenhos de Jorge Queiroz da Silva
sábado, 31 de março de 2012
Lembrando da força infantil na Segunda Guerra mundial...
sexta-feira, 30 de março de 2012
A liberdade da comunicação

(Jorge Queiroz da Silva - abril/2009)
quinta-feira, 29 de março de 2012
A poesia do ladrão de galinhas de outrora
(Jorge Queiroz da Silva - abril/2009)
Fonte da imagem:br-gospel.blogspot.com
quarta-feira, 28 de março de 2012
O "MOA"

(Jorge Queiroz da Silva - abril/2009)
terça-feira, 27 de março de 2012
Dona Venina, a neta da princesa Leopoldina
segunda-feira, 26 de março de 2012
Dona "Ana Maneta", um tipo inesquecível

(Jorge Queiroz da Silva - agosto/2009)
domingo, 25 de março de 2012
Mais um tipo inesquecível

(Jorge Queiroz da Silva - agosto/2009)
sábado, 24 de março de 2012
O homem que embrulhava dinheiro em jornal

(Jorge Queiroz da Silva - abril/2009)
sexta-feira, 23 de março de 2012
O quitandeiro e sua mulher bonita

(Jorge Queiroz da Silva - abril/2009)
quinta-feira, 22 de março de 2012
A cura pelo Dr. Serrote

(Jorge Queiroz da Silva - agosto/2009)
quarta-feira, 21 de março de 2012
Uma forte lembrança, o meu eterno "calça chinelos" !

(Jorge Queiroz da Silva - agosto/2009)
segunda-feira, 19 de março de 2012
Minha primeira viagem de bonde
(Jorge Queiroz da Silva - abril/2009)
Fonte da imagem:rebs.com.br
domingo, 18 de março de 2012
O meu doping aos sete anos de idade
Considero-a bastante esclarecedora em todos os pronunciamentos e notícias seguras e verdadeiras.
Confesso que às vezes, chego a incomodar pessoas da minha casa de diferentes idades e escolhas, tendo já adotado o uso do fone de ouvido para não trazer mal-estar aos que comigo convivem.
Minha esposa vive me alertando para que eu tenha cuidado com o fone no ouvido, que pode acarretar algum mal para o meu aparelho auditivo.
Infelizmente, não posso ficar sem noticiário, pois noticias dão vida e cor as nossas esperanças de uma realização, pois por mais insignificante que seja o homem, ele sempre buscará na vida, o interesse de viver saudavelmente, tanto profissionalmente falando, como dentro da própria família.
O noticiário de hoje se prendia ao doping no esporte e na ginástica olímpica, e existe nessa rádio, um experiente comentarista na área de interesses da saúde em geral, o Fernando de Sousa. Nessa hora eu fico sempre atento aos seus comentários corretos e seguros.
Com relação a esse assunto do doping, não julgou como de um valor criminoso, o fato de ser utilizado com freqüência pelos atletas, que aceitam usar determinados remédios, com o objetivo de fazerem crescer seus números de resultados em competições.
Muito inteligentemente ele afirmou na sua narrativa, que as autoridades esportivas, condenam determinadas providências médicas, que assessoram no mundo inteiro, vários atletas de diferentes modalidades e que nem sempre são corretas nas suas afirmações.
Eu, mesmo me considerando um leigo nessa área, também clamo para que observem bem o uso e o efeito de determinados anabolizantes, que não serão aqueles que são sempre usados em alguns casos, como sendo gatilhos faltosos, para se vencer em competições de grande monta, sejam elas ou não de fundamento regional ou internacional, mas sim, para dar proteção de saúde ao participante que se prepara para a competição e pode vir até a morrer se mal assessorado estiver por uma equipe médica, que não mantenha sob vigília os seus treinamentos técnicos e físicos, para o melhor resultado a alcançar!
E o comentarista Fernando foi além , citando que os índios em sua vida cotidiana, usam determinadas ervas para terem melhor disposição física para remarem suas canoas e percorrerem as matas em suas caçadas.
Aí então vem na minha historia, o meu doping aos sete anos de idade, quando um guia espiritual, deu para minha mãe uma receita que traria a mim a resistência física necessária, para eu ser uma criança feliz, para resistir as brincadeiras e ter memória necessária para os meus estudos. E este doping era constituído de um cálice de vinho do porto, acrescido de uma gema de ovo. Eu deveria tomá-lo durante sete dias seguidos, depois descansar mais sete dias, e tornar repetir a mesma dose, até assim completar sete vezes. Depois desse ciclo de sete dias eu estaria preparado para as brincadeiras e os estudos pelo resto da minha vida .
Aí então eu afirmo – esse não teria sido o meu doping de atletismo infantil, em que eu baseio a abertura dessa crônica ?
Vejam bem se eu não estou com a razão!
(Jorge Queiroz da Silva - abril/2009)
Fonte da imagem:bebervinho.blogspot.com
sábado, 17 de março de 2012
O Carnaval de rua de outrora
sexta-feira, 16 de março de 2012
Os meus primeiros dias de aula na escola
quinta-feira, 15 de março de 2012
Mais um fato hilariante da minha infância...

Tinha eu apenas cinco anos e era assíduo frequentador do cinema “Penha”, onde eu sempre ia em companhia de minha mãe.Era um dos mais antigos do subúrbio e tinha o mesmo nome do bairro.Naquela época, sempre abusava do direito de realizar as chamadas sessões de promoções, apelidadas de “sessões do mizerê”.Essas sessões se davam normalmente, em todas as quartas-feiras da semana.Vivíamos um daqueles grandes momentos em que estava no auge os “musicais ” mais famosos do cinema americano.Eu e minha mãe íamos sempre acompanhados de minha tia Ormezinda e de sua filha Norma, pois ambas moravam na nossa casa.Resolvemos ir num determinado dia de estréia de um daqueles famosos musicais, que hoje não me recordo o nome, e naquele dia também se inaugurava o novo ar refrigerado do cinema.Os cinemas e grandes casas comerciais estavam começando a substituir os grandes ventiladores, que eram causadores de diferentes tipos de acidentes.Antes da inauguração, os amigos do bairro já comentavam e instruíam uns aos outros sobre o clima frio no ambiente.Amigos e familiares diziam para não esquecermos de levar os agasalhos, porque lá dentro as crianças poderiam não resistir.Loucos para experimentar a grande novidade, seguimos para o cinema, portando nossos casacos.Já na fila para compra dos ingressos, nos preparamos, vestindo os agasalhos, mas a Norma, muito teimosa, não quis vestir o seu.Adquirimos as entradas e caminhamos para o salão de projeção,pois o filme por ser estréia, tinha atraído um grande público.Eu e minha mãe, entramos na frente e a tela já exibia uma dança maravilhosa de Fred Astaire com sapateados e vedetes com suas plumas extravagantes.Minha tia, maravilhada, segurava a menina pela mão e com os olhos fixos na tela, sem se dar conta, gritava para a filha: “dança Norma”, “dança Norma”, “dança Norma”...Pudemos observar que ela tentava vestir o casaco na menina, mas presa pelo filme, ao invés de dizer veste, Norma!, dizia dança, Norma!, pois na tela, uma dança frenética, prendia a atenção total de qualquer expectador.Minha prima Norma, a cada grito da mãe, não entendia nada e muito nervosa, assustada e chorando, respondia para a mãe que não queria dançar.Nessa altura, toda a platéia já tinha os olhos fixos em minha tia, pois o fato estava atrapalhando a assistência. Não fosse minha mãe por um fim naquele diálogo louco entre mãe e filha, creio que um filme tão lindo, um verdadeiro musical da Broadway, passaria a ser uma comédia de Oscarito.
(Jorge Queiroz da Silva - julho/2009)
quarta-feira, 14 de março de 2012
Detalhes sobre o Dr. Serrote

terça-feira, 13 de março de 2012
A poesia dos trabalhos de rua
(Jorge Queiroz da Silva - abril/2009)
Fonte da imagem:blog.scudeto.com
segunda-feira, 12 de março de 2012
A quinta mala da vida
(Jorge Queiroz da Silva - abril/2009)
Fonte da imagem:maisumaaline.blogspot.com
domingo, 11 de março de 2012
A quarta mala da vida
(Jorge Queiroz da Silva - abril/2009)
Fonte da imagem:jf-forninhos.pt
sábado, 10 de março de 2012
Minha terceira mala de vida
(Jorge Queiroz da Silva - abril/2009)
Fonte da imagem:lembrancasdoquevivi.bl...
sexta-feira, 9 de março de 2012
Minha segunda mala de vida
(Jorge Queiroz da Silva -abril/2009)
Fonte da imagem:dicasdiarias.com
quinta-feira, 8 de março de 2012
A primeira mala da vida

A primeira mala nos diz exatamente sobre a nossa perspectiva de vida, porque quando nascemos e quando recebemos a nossa primeira mala, ao analisarmos o seu conteúdo, ele por certo nos indicará as facilidades e as dificuldades que se apresentarão ao longo do nosso caminho.
Mas minha mãe, era uma filha do otimismo e rapidamente, conseguiu a ajuda de uma senhora de origem Libanesa, e que por sinal, minha mãe só a chamava, por não saber seu nome, de “Dona Libânia”.
quarta-feira, 7 de março de 2012
Minha simpática convivência com meu tio Nilo
(Jorge Queiroz da Silva - agosto/2010)
Fonte da imagem:sejacritico.wordpress.com
terça-feira, 6 de março de 2012
Minha tia Jandira
(Jorge Queiroz da Silva - abril/2009)
Fonte da imagem:borgesresgate.blogspot...
segunda-feira, 5 de março de 2012
Foi muito legal te conhecer vivo, meu pai!
