Lendo e ouvindo a música


Fofas


Desenhos de Jorge Queiroz da Silva

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Minha tia Emília

Eu confesso que a vida segue dinastias, mas a principal delas, é por certo, a das “Tias”, Fico admirado de somente agora, eu prestar atenção a um detalhe que sempre foi predominante em minha vida. Eu não conseguia, até hoje, fazer qualquer afirmação a respeito deste assunto, talvez até pelo fato, de não ter sido em vida contemplado, com uma tia, pois os irmãos de minha mãe eram todos homens. Dessa forma, só me forneceram “tias postiças”, ou seja, na realidade, como se diz no contrabando, “tias do Paraguai”. Ainda pelo motivo de residir no Rio de Janeiro, eu não pude conhecer a família oriunda de meu pai, que por certo, me contemplaria com seis maravilhosas “tias”. Pelo fato de nunca ter viajado para o Recife, não cheguei a conhecer nenhuma delas, porque meu pai faleceu prematuramente, aqui no Rio de Janeiro. Assim sendo, só me resta citar a relação carinhosa, que mantive ao longo da minha vida, com as tias de minha mãe e com as tias de contrabando e por fim, também com as tias de aluguel, que pela minha observação, são aquelas que andam buscando, crianças bonitas e engraçadinhas, que as chame de “tias,” para o orgulho da sua alta estima. Daqui para frente, vou rebuscar no fundo das minhas lembranças, o que pude observar em relação às tias, que me autorizaram a titular o assunto com o gracioso título de “A dinastia das Tias”.E vem aí então, a primeira tia, “a tia Emília”. Não pensem vocês ser ela a mesma daquele programa infantil, do “Sítio do Pica Pau Amarelo”. Esta era com certeza, a figura da tia que mais me impressionou. Era tia de minha mãe, alta, esguia, sisuda, só vestia roupas pretas e com bordados em branco.Era uma viúva convicta, sempre de salto alto, sempre de chapéu e usava um véu no rosto, a perfeita dama antiga. Eu, ainda criança, ficava muito impressionado, quando a minha mãe anunciava sua chegada. Eu então, dava uma corrida até a porta, e ainda tinha tempo de observar, ela toda cheia de pose, descendo do carro de aluguel, que a trazia, sempre que nos visitava. O clima da minha casa mudava, minha mãe me avisava - olha lá meu filho, não fale demais, para não dizer muita coisa, que ela possa ficar nervosa ou preocupada, ela é pessoa muito exigente, ela foi casada com meu tio Júlio, irmão do teu avô, que era um diplomata, que viveu no exterior, na embaixada brasileira na França. Ele foi o responsável pelo meu nome de batismo, “Hermance”, um nome de origem francesa - .E eu então, muito comportado eu pedia a sua benção, e ficava de olho nela, observando ela retirar das mãos, a luva de couro preta, pendurar a sombrinha no porta chapéus, e levantar o véu do rosto e me observar dizendo -ô “Mancinha”, como este menino esta “magrinho” - e olhando para mim dizia - deixe-me ver as suas mãos, e berrava com uma voz rouca, que unhas sujas menino, vá lavar estas mãos! Se não eu não te dou, as balas que trouxe para você- . Eu já sabia, o que ocorreria em seguida - minha mãe me chamava, e me dizia vai correndo até a padaria e traga um daqueles pães-doces, grandes e bonitos, para eu servir um lanche para ela, traga também, duzentos gramas de queijo minas e um pacote de manteiga. Lá iria eu então, para trazer feliz, as coisas que iriam compor o nosso lanche. E assim, durante todo o tempo, em que ela lá estava, eu a admirava e observava sua postura, sua colocação de voz, seu jeito de sentar. Era o tipo da mulher chique e vaidosa, a verdadeira emergente da elite social, que ali se fazia presente e que depois de conversar e saber de minha mãe, as novidades, abria a sua bolsa e me dava uma nota de dez mil reis, dizendo que era para eu comprar o que quisesse.. Dito isso, pedia que eu fosse à esquina parar um carro de aluguel, para que fosse embora. Antes de sair repetia sempre a mesma frase - fique sempre assim, menino, muito bonzinho, para ser um grande homem!

terça-feira, 22 de setembro de 2009

O bom ladrão e o mau ladrão, para nossas lembranças e cuidados!

Quem não conhece a vida do nosso pra sempre lembrado em todos os momentos de angústias e sofrimentos, o filho eterno do nosso grande Criador, o sempre inspirador de todas as causas nobres de uma corrente inabalável de seguidores?
Não há quem possa desconhecer a sua luta individual para a mudança na criação de uma nova verdade Universal, o CRISTIANISMO, que até hoje ainda é discutida pelos homens da Terra.
Ainda hoje podemos falar dos dias em que ele pregou a sua verdade e a sua vontade de levar para junto do senhor Deus Pai sua luta pela grandeza de uma fé inesgotável e inacabável.
Essa luta fez com certeza, que os homens do nosso tempo, sempre estivessem nela algemados, para que pudessem dentro de um novo e correto pensamento desse líder do bem, ser um exemplo para todas as futuras gerações, que chegarem a novos horizontes, de um mundo moderno e avançado.
Mundo esse que a cada dia terá necessidade de se purificar dentro desse anseio, cheio de interesses num cenário de guerras e conflitos, que se mostram a cada dia mais cercados de uma ambição destruidora, de toda uma paz celestial futura, que por aqui foi plantada pelo nosso grande salvador.
Agora eu me recordo da forma absurda daqueles homens que o crucificaram para servir de exemplo para toda a humanidade, pregando-o na cruz daquele tão lembrado calvário, ali no Monte das Oliveiras.
Colocados um à direita e outro à esquerda, ali também crucificados, estavam o nosso São Dimas o bom ladrão, por Cristo perdoado, e o tão malhado, Judas Iscariotes, o famoso mau ladrão, que o teria vendido por trinta moedas de ouro.
E vejo que vocês não podem esquecer dos cuidados de qualquer que seja um julgamento de um ser humano, que terá sempre o direito de sua defesa, de apresentar fundamentos em função de sua honra, mesmo que tenha ele que apelar para os supremos tribunais, e perto de qualquer grande causa, sempre se encontrará presente, um bom e um mau ladrão, cuja exemplificação vem dos tempos idos da crucificação de Jesus Cristo, o nosso grande mentor da fé e da nossa resistência, para confirmação da verdade universal.
E toda e qualquer exposição que fizermos aqui, caberá dentro do conceito de cada um dos nossos dirigentes, que sempre viverão cercados em suas administrações, sejam elas públicas ou privadas, das figuras que fazem o mundo trabalhar, no sentido da correção de carências e injustiças que se aplicam no nosso dia a dia.
Estamos hoje num mundo moderno, que totalmente agilizado, torna discutível, a segurança da vida na Terra, pela própria destruição desse mundo, tão mal dirigido e controlado, em momentos em que pesam os interesse políticos e sociais.
Quando o certo seria não termos a presença de líderes de ambições duvidosas, hoje, pela nova amostra de uma queda de um grande império, ficamos todos no mundo estremecidos.
Não seria a hora de pensarmos que as divisões de mundo estão fora da verdade, porque não podemos unificar pensamentos que garantam isso a nossa humanidade, que já não tem mais direito por interesses pessoais a causas e sofrimentos desiguais?
Porque não criarmos uma moeda de valor universal, onde fecharíamos a boca de um funil do desperdício que aos pequenos sempre vai incomodar, e aos grandes sempre proteger?
Deixemos de usar a ambição destruidora ao pensarmos que o importante será estar sempre no topo, porque não deixamos de contar historias de uma riqueza futura, ainda em sonhos de acontecer.
E assim teremos sempre a certeza, que a cada fato uma época, a cada época um resultado e a cada resultado, uma nova esperança.
Deixemos de falar do pré-sal, vamos falar sim do pós-sal pois só acontecerá daqui a vinte anos. Deixemos de sair por aí vendendo o nosso Brasil, que ainda estamos construindo.
Não adiantará irmos para os palanques eleitorais vender sonhos.
Deixemos de comprar armamentos de defesa, em concorrência mundial, pois as nossas fronteiras estão abertas desde o início do mundo e os nossos dirigentes nunca fizeram nenhum estardalhaço em sua defesa.
As nossas terras já estão invadidas. Será que já estamos na falsa idéia de sermos o país mais rico do Universo?
Por que essa preocupação de trancar uma porta, já há muito arrombada?
Diariamente em qualquer de nossas grandes Cidades observo crianças deitadas ao chão como que drogadas e abandonadas. Necessitamos sim, das armas da inteligência, do preparo e da saúde do nosso povo e da defesa do nosso jovem.
E ao final dessa afirmação, quero deixar aqui um pequeno, antigo e velho conselho, do tempo dos meus avós - troque ou compre, para sua casa ou residência, uma imagem de São Dimas, o nosso querido e bom ladrão, perdoado por Jesus Cristo, e que passou a ser nosso santo de proteção- Essa imagem deverá ser colocado na entrada da sua porta principal ou portal de sua casa, livrando-a assim, de qualquer busca dos incautos ladrões e ainda de qualquer causa ilícita, mesmo que seja ela de objetivo pessoal, moral ou material.
Com a sua fé você estará se protegendo para sempre.
As lideranças mundiais balançam e os grupos irão se definir brevemente. Está na hora da correção das injustiças existentes num globo terrestre confuso e sofredor. As cabeças desses lideres terão que encontrar o equilíbrio que navegue dentro de uma sabedoria de igualdade.
Ninguém será vencedor sozinho, não cabe e não faz sentido ser de outra forma num mundo já totalmente globalizado.
Não adiantará ao Brasil, as associações precipitadas.
Não podemos sentar numa mesa ao lado de Barack Obama, Nicolas Sarcozy, Hugo Chavez, Carlos Uribe, Raul Castro, Evo Morales, Michelle Bachellet, pois assim, só teremos confusões e idéias opositoras.
Mas, com certeza, valerá muito a pena sentarmos na nossa mesa de reuniões, os nossos homens mais importantes - o nosso São Dimas, ou seja o nosso bom ladrão e o Judas Iscariotes, ou seja o mal ladrão , não esquecendo da sintonia com a antiga crucificação de Jesus Cristo.
Creio que assim, teremos realizado o nosso verdadeiro milagre dos peixes e a moderna ressuscitação dos mortos.

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

O grande perigo, o emprego descartável!

Assusta-me, apavora-me, sentir que uma grande Nação deixe seu povo sem ocupação.Lamento sentir meu filho desempregado e com toda a vontade de criar. Desgosta-me ver a sede de nossos jovens à procura de uma formação, uma especialização e a falta constante das soluções prioritárias que mostrem um caminho para a segurança de um país, que tem tudo para ser a maior nação do mundo. Tudo isto, me faz pensar que a violência é fruto desse desemprego.Os envolvimentos com o crime arrastam com facilidade os nossos jovens, quando não os conduzem ao vício e ao tráfico de drogas. Há algum tempo atrás eu imaginava que a violência iria alcançar todas as camadas sociais, e atualmente, ela já atingiu a todas elas, tornando cada vez mais impossível a tão desejada solução. Vou aqui relembrar um episódio acontecido comigo na década de 1970, que se por acaso voltasse a acontecer, me traria muitos problemas em relação a seu desenvolvimento, se lembrarmos que naquela época o desemprego não alcançava os níveis de hoje.Estava eu, trabalhando na construção civil, era o administrativo e financeiro, responsável pelo fluxo de caixa e programações de pagamentos.Num determinado dia, após realizar a quitação de um débito de compra de madeiras, fui consultado pelo funcionário que fazia o recebimento, se eu não aceitaria trabalhar para eles, e eu respondi, que motivos eu teria para abandonar um trabalho que me apoiou, numa seleção entre vinte candidatos, me tirou de um desemprego e dava todas as condições de sustento a mim e a minha família?Mesmo assim, nada do que eu disse fez o sujeito desistir, e insistindo muito, perguntou-me quanto ganhava. Respondi e ele contra atacou,dizendo que tinha uma excelente proposta para mim. - Vamos pagar muito mais e tê-lo conosco. Não custa nada pensar nisso e comparecer para uma reunião no nosso escritório central.Esse oferecimento me fez coçar a cabeça, me aguçou a curiosidade, e mais ainda quando ele completou que sabia que eu trabalhava de Segunda à Sexta-feira, e ia aguardar a minha presença no Sábado seguinte, pois iam promover uma reunião com toda a diretoria da empresa, para decidir o meu ingresso.Pensei duas vezes e disse que ia até lá para analisarmos juntos a situação. Perguntei sobre o horário e ficou marcado às 09.00 horas da manhã.Finalmente naquele sábado que seria uma encruzilhada na minha vida, para lá segui, e ficando surpreso com a forma como o sujeito me apresentou ao grupo: - eis aí o homem que vai resolver todos os nossos problemas administrativos e nos fazer seguros financeiramente. Depois das apresentações de praxe, eles pediram para seguir de carro até a tal fabrica.Perguntando onde estava situada eles pediram que eu aguardasse para ver. Já então, espantado, pude visualizar, o tipo físico de cada diretor da empresa.Eram ao todo, quatro verdadeiros alemães, de altura média de l,85 metros. Todos com olhos claros e queimados pelo sol.Saímos do prédio, e por ser um Sábado, na porta do edifício, estava o carro que nos transportaria até a tal fábrica, um carro preto com vidros fumê, um modelo ideal para os mafiosos.Entramos então no carro e eu fui colocado no banco traseiro, entre dois dos diretores, ficando na frente, os dois outros. Minha cabeça começou a trabalhar, minha mente aquecia e a minha vontade era saber para onde eu estaria sendo levado.Após o carro arrancar, tentei iniciar um processo de observação para saber exatamente, para onde eles me levavam, mas todo esse meu esforço, foi em vão.Os camaradas não me davam nenhuma trégua, e eu recebia um verdadeiro bombardeio de perguntas, em relação ao meu conhecimento administrativo e sobre todas as minhas experiências profissionais, o que dificultava a minha visão do trajeto.Assim sendo, tive que me contentar em observar somente as principais vias, por onde transitávamos.E a minha cabeça trabalhava, e eu pensava, aqui ainda é a Av. Brasil, agora já pegamos a Presidente Dutra,e em que quilômetro estamos?Eu me perguntava e o tempo passava, já estamos com mais de duas horas de viagem, para onde estou indo?Após mais trinta minutos de angustiante viagem, finalmente o carro entrou num dos entroncamentos da Via Dutra, numa daquelas estradas de barro, cheias de costelas, e um horizonte verde de mata fechada se abriu à minha frente.Descendo morro e subindo morro, a cada minuto, o nervosismo aumentava, e eu já transpirava por todos os meus poros.Quando afinal ao subir um destes morros, vislumbrei uma enorme fábrica com serrarias enormes, caminhões circulando a sua volta, e um número enorme de obreiros com alguns capatazes. O carro encostou no pátio e logo à frente da casa da fazenda, estava a sede da administração daquele complexo industrial clandestino.Por certo, uma empresa fora de todos os conceitos da lei, que não deveria fazer parte dos registros de qualquer junta comercial que se preze. Aí então, comecei a entender o porque do oferecimento de um salário tão elevado, eu por certo seria um escolhido testa de ferro, para um grupo de empresários fraudulentos e imediatamente, eles começaram a colocar para mim, você vai passar a ser um dos nossos, aquela casa da fazenda vai ser colocada no seu nome e o incluiremos em nosso contrato social, onde anotaremos todos os seus direitos trabalhistas.Em dado momento, perguntaram quando eu iria trabalhar com eles. Respirei fundo e pensei com os meus botões, que tinha que iludi-los mantendo de pé a intenção de que aceitaria a proposta. Pedi um prazo de sete ou dez dias, para regularizar a saída da empresa e eles concordaram. Com a promessa de não deixar de procurá-los após aquele período, retornamos ao Rio de Janeiro. Entrei então num longo processo de crise mental e fingindo-me de morto, nunca mais os vi, e jamais fiz qualquer contato com os tais empresários, contrabandistas em potencial, e eles também, jamais me contataram, graças a Deus!

domingo, 20 de setembro de 2009

As viúvas investidoras

Um susto mundial!Os velhos mercados financeiros estão estremecendo a economia internacional.A garantia de mercados são as grandes vítimas das velhas viúvas investidoras.Elas ainda herdam a maior parte dos tesouros deixados pelos maridos, que envolvem as maiores fortunas do mundo, que giram em torno das grandes usinas de minérios, dos grandes estaleiros, dos maiores criadores e dos grandes banqueiros.Uma economia sólida se faz com capital e trabalho, e nós, brasileiros, teimamos em separar essas duas coisas tão importantes. A vaidade pessoal acaba com o princípio básico. Esquecemos que as grandes fortunas mundiais têm os dois ganchos de segurança representados pelo lado financeiro de um negócio e pelo lado econômico desse mesmo negócio.O lado financeiro tem em sua base monetária, seu lastro em depósitos e poupança.O lado econômico, o lastro de produtividade, o crescimento industrial, a sua prestação de serviços, a sua mão de obra, a sua criatividade.O Brasil continua sendo o grande cliente do mundo internacional.Ele é pela mão do seu dirigente, um campo em potencial aberto às importações inúteis.Lembro-me quando menino, de que as economias do nosso povo eram muito seguras, o Governo arrecadava, sem emitir moeda podre. Dava condição de uma maior fiscalização no consumo dos produtos industrializados, pois, esses produtos só iriam às prateleiras de venda, se tivessem o selo do imposto de consumo pago.Só assim, o Governo tinha um maior controle da arrecadação e podia planejar os gastos públicos, sem financiar as grandes fortunas.Daí o grande dilema: surgiram os políticos e os interesses pessoais, e com eles, vieram o grande mal brasileiro, aquele jeito de negociar nas gavetas.Em suma, a “corrupção” e as novas formas de proteção ao lado financeiro, deixando de lado, o aspecto de trabalho, o lado produtivo de um negócio em crescimento.Eu percorri, na minha vida profissional, seis campos diferentes: a industria gráfica, a farmacêutica, a da construção civil, a imobiliária, a indústria de madeiras e a de mineração.Em cada uma delas, eu senti as coisas erradas acontecendo.No campo gráfico, eu vi maior interesse dos jornais encalharem nas bancas.No farmacêutico, a inclusão de produtos de higiene e refrigerantes adicionados ao custo dos remédios, produtos esses, que eram consumidos na casa dos diretores.Na construção civil, a falsificação dos contratos de financiamento que eram fornecidos em quatro vias . Cada uma delas, tinha descrição diferente. Como exemplo, na via do comprador constava bronze martelado, na do construtor não aparecia esse item, já na do financiamento apareciam esses e outros mais.Na de madeiras, os caminhões que entravam mais de uma vez em cada obra do governo, com a mesma mercadoria e várias notas fiscais diferentes.E, finalmente, na indústria de cimento, as máquinas de ensacar eram reguladas para pesarem 49,5 kg cada saco de cimento.Vejam vocês, então, se as viúvas investidoras do primeiro mundo, não tem que estar preocupadas.Cuidado Sr. Presidente, conserte logo o lado econômico do país, porque as viúvas do primeiro mundo estão de olho e como de hábito, nós brasileiros, somos taxados de vagabundo pelo resto do mundo!