Lendo e ouvindo a música


Fofas


Desenhos de Jorge Queiroz da Silva

sexta-feira, 4 de março de 2011

Os brics do mundo comemoram a presença dos homens invisíveis

Como sabemos, quando falamos de brics, falamos de Brasil, Rússia, Índia e China.
No meu conhecimento e julgamento, quem mexe com as fortunas desses países no crescimento econômico em desenvolvimento, são os desconhecidos homens invisíveis.
Desses homens, sòmente por poucas vezes, sabemos de sua existência, sobretudo quando ocorrem grandes acidentes, como recentemente o do Chile nas descobertas dos campos do deserto de Atacama, que deixaram soterradas dezenas de pessoas durante mais de três meses.
Se pensarmos bem, as riquezas do sub-solo da nossa Terra vem sendo campeãs das artes de proteção das nossas superfícies e tudo isso se volta diretamente ao homem da vida moderna que raciocina diretamente em criar defesas para o solo onde pisa.
E aí estão os brics, crescendo em desabalada carreira, extraindo e comercializando deste sub-solo, toda a mineração já descoberta como por exemplo, o carvão mineral, o petróleo e os seus componentes, o ferro, o aço, o níquel, o quartzo, a argila e ainda o principal deles, o carbono, que hoje é estudado e controlado pelas maiores nações produtoras do mundo no campo da mineração.
No entanto, os homens estão ainda pensando e com muita razão, na proteção dos seus rios, matas e seus campos agrícolas e para isso as reuniões constantes nos países líderes da economia fazem a defesa do futuro meio-ambiente.
Só devemos pedir a Deus que não utilizem a natureza de forma política, como sempre constatamos nas atitudes dos maiores líderes de governo do mundo, com raríssimas exceções.
(Jorge Queiroz - 14/12/10, em ditado)

Fonte da imagem: Internet

quarta-feira, 2 de março de 2011

DUAS PROFISSÕES DIFÍCEIS – JUIZ DE FUTEBOL E DESPACHANTE DA PREFEITURA

A vida indica alguns caminhos às pessoas que, se seguidos, por certo, as levarão a criarem um invólucro protetor em torno de si mesmas, para resistirem às pressões daqueles com os quais convivem.
Sobre esse aspecto, eu fui testemunha ocular da história do meu querido tio Odilon Siqueira Lima.
Numa época passada, ele enveredou por um caminho de juiz de futebol, seguindo os exemplos do seu irmão mais velho, o Arnaldo Siqueira Lima, que também exercia a função de distribuidor das águas na Cidade do Rio de Janeiro.
Vejam vocês as loucuras das diferentes reações do povo da região onde eu residia.
Eu, por ser ainda uma criança, não entendia aquela gritaria costumeira na porta da minha casa, onde eu morava com minha mãe, a cada domingo, após o término das rodadas do campeonato carioca de futebol.
Naquelas ocasiões os torcedores histéricos, contra as decisões do meu tio em campo, clamavam pelo seu nome que morava na casa ao lado da nossa e que para se proteger, mantinha fechadas portas e janelas da sua casa, indo se refugiar na nossa, obrigando minha mãe a tomar as medidas acauteladoras idênticas.
Meu tio que a par da função de juiz de futebol também ocupava o cargo de despachante da Prefeitura, cuidando de oficializar registros legais de empresas de pequeno e grande porte, mostrava-se ali, com dois tipos de postura – uma lúdica e outra séria.
Ciente do que lhe podia acontecer depois daqueles torneios, encarregava a minha mãe de informar aos clientes da prefeitura, sobre o andamento dos processos sob seu cuidado. Esses processos rolavam de mesa em mesa e o tempo de solução, naquela época, como nos dias de hoje, sofria a morosidade habitual.
Lembro ainda hoje da minha falta de entendimento ao presenciar minha mãe respondendo e defendendo meu tio em condições tão diversas: nos insultos a ele dirigidos pelos que consideravam uma péssima atuação na partida de futebol e nas reclamações sobre a falta de solução dos processos já pagos.
(Jorge Queiroz - 29/11/10, em ditado)

Fonte da imagem:futebolevidaearte...

domingo, 27 de fevereiro de 2011

AS UPPS ORGANIZAM FAVELAS EM NOME DA CULTURA!

Não se pode fazer escolha de cultura sem freqüentar os meios sociais. Pelo que sei, vamos ter a instalação da mais nova idéia, ou seja, da Unidade Pacificadora de Polícia no morro da Providência, que já existe desde a época do império, sendo a mais antiga favela da nossa Cidade.
O morro da Providência, mais do que secular, teve como seus fundadores , os ex-escravos liberados pela famosa lei Áurea da brilhante princesa Isabel.
Esse morro, é por sinal, um dos maiores complexos da nossa Cidade, e assim, nunca deixará de ser citado, pois atinge a três freguesias das unidades de bairros, da Praça Mauá, Cais do Porto e Central do Brasil e do morro da Misericórdia, fazendo um giro de 360 graus!
Acho assim, que a UPP pelo seu lado político e cultural, ficará bem instalada.
Aproveito para fazer um alerta , lembrando do pouco, mas importante tempo, em que eu trabalhei ao pé daquela grande comunidade, ali na antiga Rua Barão de São Felix.
Lá, toda a minha semana ficava marcada pelo grande movimento que se acercava daquele morro, todas as quintas-feiras.
As quintas-feiras eram dia de assaltos aos bancos que circundavam o centro da Cidade.
Por isso, o elemento que naquele dia da semana tivesse que transitar pelo morro ou mesmo pelas ruas mais próximas do mesmo, poderia assistir os assaltantes recém-chegados dos assaltos realizados, sentados à beira das calçadas, contando e separando o dinheiro dos malotes.
Bondosos que eram para com o seu pessoal, gritavam para as velhinhas que por ali passavam e que já acostumadas àquela atividade, vinham de encontro aos ladrões, que bradavam em alta voz:- oh vovó! pega aqui esse taco de grana, que é presente nosso!, pagando assim, os segredos do crime.
Isso, sem falar dos pacotões de dinheiro que eram deixados na subida da rua, mais exatamente no bar da esquina, onde sempre mais tarde, duas ou três horas após os assaltos, vinham ser pegos por autoridades que clamavam por sua cota, para não se envolverem no crime.
Vamos pacificar, SIM! Mas nunca devemos deixar de saber que a pacificação, já está implantada e devidamente paga há muitos anos pelo crime diversificado!

(Jorge Queiroz - agosto/2010)
Fonte da imagem:joserenatomoura...

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Um perdão financeiro, que não faz parte de uma dívida moral brasileira !


Deixei decorrer o tempo e como sempre, ele se mostrou carrasco. Às vezes o tempo maltrata, aniquila, enferruja, afirma, desmente e quase sempre nos deixa preocupados.
Na sua própria decorrência, essa preocupação, para qualquer ser humano que ao iniciar sua vida viverá sempre em torno dele, é crescente e obrigará a fortes indagações, para o fortalecimento das descobertas, em busca das verdades.
E agora eu me pergunto se essas verdades se originarão das noticias que assistimos diariamente em nossa televisão ou vemos nas principais revistas brasileiras e em grandes jornais diários.
Pensando bem, acho que nós nunca deveríamos fazer caso delas, mesmo sabendo ser a mídia, um instrumento de profundidade diária bem agressivo e que permite que um grande BOATO, se transforme numa grande verdade, desde de que ela tenha por trás, o nome de um grande JORNAL ou de uma extensa rede de TV ou mesmo revistas nacionais e internacionais de publicações periódicas dos principais fatos políticos, ou do estremecimento do já globalizado mercado econômico e financeiro.
Tenho guardado e bem guardado, um jornal datado de 04.06.2006, que é um exemplar do nosso antigo e conceituado Jornal do Brasil, que estampa em sua folha, o seguinte titulo em manchete com letras garrafais “A CADEIRA MAIS CARA DO MUNDO”, acima desta chamada uma outra, que tem a narrativa, de um fato que neste ano corrente já foi concedido ao Brasil, e que diz no seu cabeçalho:
BRASIL PAGA US$ 10 milhões, POR ANO PELA VAGA QUE NÃO OBTEVE NO CONSELHO DA ONU.
E uma outra preocupação me acelera o sentimento de ser brasileiro, e atento ao nosso Brasil, de uma forma ampla, pois na minha vida de velho brasileiro, atuei em diferentes campos profissionais, o que me faz ter uma obrigação em investigar e poder pensar que o nosso Brasil, é um pais continental, de um povo crédulo e sofredor, que já chegou na área de aposentadoria sem sentir, que o país sequer pensou na velhice do povo.
E agora, faço menção a complementação estarrecedora dessa mesma folha de jornal.
A manchete diz “LULA PERDOA DÍVIDAS DOS CALOTEIROS”, e faz a discriminação de um por um, dos paises caloteiros perdoados e cita seus valores:
DA BOLIVIA ...............US$ 52 MILHOES
DO CABO VERDE........US$ 4 MILHOES
DO GABAO .................US$ 36 MILHOES
DE MOÇAMBIQUE......US$ 315 MILHOES
DA NICARAGUÁ.........US$ 141 MILHOES
DA NIGERIA..............US$ 150 MILHOES
E NESTE MOMENTO
DE CUBA...................US$ 5 MILHOES

Como brasileiro, eu pergunto ao mesmo tempo em que afirmo, que não tive até hoje noticia em contrário que me diga que tudo isso estaria incluído num grande quadro dos boatos da nossa imprensa, às vezes tão contestada.
Garanto, que essa folha do jornal se encontra em meus arquivos, e não tive em nenhum momento, o conhecimento dessa notícia ser mentirosa, pois este ano foi exatamente aquele mesmo ano, em que enfartei no decorrer do fatídico mês de setembro,quando escapei de morrer e me fiz um usuário de três pontes de safena e de duas ligaduras mamárias.
Fico revoltado quando lembro que, na época do nosso Império, não tivemos o prazer de ver a nossa divida de construção das nossas primeiras estradas de ferro, obra do grande batalhador Barão de Mauá, serem perdoadas e ficamos pagando-a à realeza Inglesa por mais de cem anos, incluídas nos centavos de cada valor de transporte do trabalhador brasileiro.
Será que somente as dívidas brasileiras não merecem perdão?
Voltando a esse mesmo jornal ainda tem uma outra afirmação de que o Brasil vem diariamente consolidando em ritmo acelerado, a IMAGEM de pobre, metido a ricaço e ainda mais, sendo um ricaço metido a perdulário, enquanto espalha embaixadas brasileiras pelos subúrbios do mundo inteiro e garante que LULA, só queimou dinheiro, com os numerosos caloteiros devedores, além de num discurso de improviso, repetir em voz alta que amigos desvalidos merecem o socorro dos remediados.
Disseram também que foi aconselhado pelo MINISTRO CELSO AMORIM E PELO SEU ASSESSOR ESPECIAL MARCO AURELIO GARCIA, a não fazê-lo, pois o dinheiro era do povo brasileiro, que paga sempre seus gastos e desperdícios.
O pior é que tudo isto aconteceu num pequeno espaço de três anos e meio!

P A S M E M!
Será verdade ?

(Jorge Queiroz da Silva - julho/2010)

Fonte da imagem: blogs.estadao.com.br