Lendo e ouvindo a música


Fofas


Desenhos de Jorge Queiroz da Silva

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

O Petróleo, a nossa verdade antiga, que se moderniza e assusta !


Hoje eu acompanho nas rádios e jornais, e ainda complemento as minhas informações com imagens de televisão, e faço cumprir assim, toda a minha grande curiosidade.Não será necessário eu dizer que acredito em tudo o que vejo hoje despontando de uma terra rica e cheia de vitórias, que quando ainda atravessava a década de 1950, todos os brasileiros cruzavam as esquinas orgulhosos e se encaravam, num olho a olho firme e se mostravam vitoriosos das afirmações ditas pelo então Presidente da República, Getúlio Vargas.O Presidente em todos os seus discursos, não cansava de repetir em voz trêmula de emoção, que o Petróleo era nosso e que assim, ele podia garantir ao povo, de que aquele ano já despertava no brasileiro, no seu dia a dia de trabalho, um espírito de grande vencedor, e que sempre era transmitido de um para o outro, com um grande e positivo sorriso nos lábios e uma alegria constante, como se ele já fosse um habitante de um país do futuro, que havia sofrido todos os efeitos de uma guerra mundial, que nos trouxe a um racionamento de tudo,por mais de seis anos.Ao final daquela maldita guerra e somente após cinco anos, traria a nós, o otimismo e a esperança de que viria finalmente uma paz, com uma economia crescente, que já se fazia presente, em todos os campos do nosso grande litoral, fazendo com que o povo não se cansasse de exaltar e gritar que “O PETROLEO ERA NOSSO’’.Na época, eu ainda um menino, já me sentia vaidoso e esperançoso de que o nosso valoroso País, ficaria de pé junto as maiores potências mundiais. E hoje já do outro lado da montanha, eu tenho uma outra visão, aquela que é o desejo de todos os brasileiros, que vai ver agora a nossa riqueza aflorar vida afora, com os nossos descendentes e ascendentes, gozando de uma felicidade sem fim.No entanto, ouvindo na rádio C B N, o programa da analista política Lucia Hipólito, observei que politicamente temos muito a amadurecer.Estão plantando as barreiras do desentendimento entre as nossas figuras mais brilhantes da política e não devemos de forma nenhuma agora, discutir crescimento, nem tentar adivinhar qual dos nossos estados crescerá primeiro, se será o Rio ou São Paulo, se será Santa Catarina ou Rio Grande do Sul, ou se será Pernambuco ou Bahia.O importante não será discutir agora o que se fará, com ou sem perdas de tempo, para todos nós brasileiros, que não podemos e nem deveremos fazer injustiças.E eu me lembro bem de ter assistido um dia, no interior de Minas Gerais entre os Municípios de Santa Luzia, Lagoa Santa e Vespasiano uma briga muito engraçada às margens de um rio, que demarcava as fronteiras entre os aqueles municípios, cujos prefeitos brigavam e discutiam pela venda com ICMS, pois queriam os créditos para as suas cidades, uma vez que o cimento, ficaria pronto no município de Vespasiano, mas o minério para aquela fabricação, sairia dos outros Municípios, que não seriam os diretamente beneficiados pelo imposto devido.Diante daquele impasse não pensaram em outra coisa, a não ser em discutir o fato no Supremo Tribunal Federal. de Justiça.E agora estamos diante do Pré Sal da camada profunda do nosso Oceano Atlântico, e provavelmente teremos o mesmo problema, só espero que não venhamos a ter nenhuma ação em nosso Supremo..Mas eu como um leigo em extração de petróleo, ficarei sempre achando que o problema tem uma outra cara ou causa e que é muito mais que nos preocupemos com uma tecnologia na forma de extração.O que não podemos permitir é que as coisas do pré sal fiquem por isso mais salgadas ainda.

(Jorge Queiroz - fevereiro de 2010)

Fonte da imagem:fabiosfs.blogspot.com

terça-feira, 5 de outubro de 2010

A BOLSA DE MERCADO FUTURO DO MUNDO E SUAS COMMODITTIES


Vamos idealizar esse mercado da bolsa que tem hoje uma nova cara, e nos possibilita não ter a obrigação de aceitar o que é ditado.
Não podemos confundir, nem fazer tratados que tenham campos de diferentes envolvimentos e não podemos e nem devemos misturar o comércio do Urânio para a energia atômica, com acordos comerciais que envolvam a área produtiva básica de uma nação.
Existem ainda no nosso mundo, algumas posições políticas e idéias de usos e empregos desse tipo de energia e, sendo assim, os tratados devem ser feitos com a devida segurança nacional e mundial, pois mesmo que seja a nossa nação negociadora, uma super-potência ou ainda apenas uma nação emergente, que não busque o seu lugar no mundo externo, das grandes e perigosas negociações comerciais, dentro do perigoso mercado bélico.
Hoje, temos a grande necessidade de comungarmos dos mesmos desejos, pois o nosso universo se modificou e se não dermos as mãos uns aos outros, seremos derrotados e engolidos pelo restante do mundo, ainda mais que o meio ambiente nos obriga diariamente as novas formas de entendimento.
O uso da bomba atômica, na última guerra mundial, deixou bem claro que se ela não tivesse sido utilizada contra o nazismo de Hitler, a maioria dos nossos povos inocentes e desarmados, teriam sido destruídos rapidamente.
Ainda assim, sua utilização, causou erroneamente revoltas contrárias a política de guerra que era adotada pelos americanos, e eu, achei muito válido o uso da tão temida bomba, jogada como exemplo de providências, para o final da guerra, tanto em HIROSHIMA, como em NAGASAKI, o que provocou a total rendição das forças comandadas pelo nazismo e o fascismo.
Ainda me lembro, que passados aproximadamente uns dez anos da sua utilização na Segunda Guerra Mundial, a ONU, através de seus comandantes, enviou ao Brasil uma comissão para demonstrar a tal arma usada em prol do término daquela terrível guerra e eu fui um dos convidados para assistir a uma demonstração, daquele mesmo “salvador engenho”, num campo de provas de experiências da ESIE (Escola de Instrução Especializada do Exército), aqui no Rio de Janeiro.
Lá, naquele mesmo campo, estavam vários representantes-membros de nações da América Latina, com o intuito de avaliarem o poder destrutivo do explosivo energético da tal bomba.
Ao ser convocado naquele estádio cheio, com cerca de doze mil pessoas, para acender aquele pavio, fiquei perplexo, relembrando o seu fundamento destrutivo em duas cidades japonesas.
Mas aquela “maldita sorte” em ter sido sorteado para fazê-lo, acrescentou em mim uma nova expectativa, e renovou em mim, um temor da minha “era infanto-juvenil”, que eu ainda guardava dentro do meu peito desde maio de 1945, quando foram lançadas as bombas atômicas, nas ilhas japonesas.
Infelizmente, foi uma terrível violência, contra a vida humana, que jamais vamos querer de volta.
Por isso, no que diz respeito a energia nuclear que nos traga ajuda útil ao bem e paz da humanidade e que somente para esse fim possa ser utilizada!
Fonte da imagem: prismajr.wordpress.com

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

PELAS NOTICIAS, O IDEAL DO BRASIL, SERIA O CAIXA SALDO “ZERO”


Ao acordar hoje, fui surpreendido ao ouvir a Miriam Leitão, brilhante comentarista econômica da rádio CBN, quando perguntada pelo não menos brilhante, Heródoto Barbeiro em seu programa diário, sobre as contas do governo, afirmou que as informações sobre as contas do fechamento de nossos números de governo, estavam todas “bagunçadas”, e que ninguém teria condições de se fixar em nenhuma das planilhas, que estão chegando até nós através dos analistas econômicos da nossa tão injustamente malhada imprensa, que só pensa em esclarecer o nosso povo.
O povo só pretende acompanhar os nossos destinos, hoje cantados em prosa e verso, pelo presidente, para esclarecer nesse nosso momento de mudanças de governo, um resultado que traga um positivismo para todas as contas do atual mercado financeiro.
Nesse mercado financeiro atual, hoje se compra dólar em baixa, para sua valorização no pseudo-mercado de todas as nossas exportações.
Então eu pergunto: - será possível puxar o dólar, que já está tão sofrido, nas suas duas pontas? Ou seja, na sua ponta de compra e na sua ponta de venda? E isto tudo acontecendo ao mesmo tempo? Pra’ mim é impossível entender. Se alguém puder, que me explique, por favor.
Aí então, vem a minha premissa: - o Brasil só deveria fazer funcionar em suas informações o famoso “Caixa saldo Zero”, que eu conheço e muito bem, que nos vem sempre afirmar, que nunca poderemos ficar abaixo de ZERO!
Esse seria então, o caixa ideal para o nosso Brasil, na minha opinião, razão pela qual tentarei agora explicar para nós, humildes brasileiros e desconhecedores dos negócios, que se mostram confusos, como disse a nossa vigilante economista e jornalista Miriam Leitão.
Fui apresentado a esse caixa, em 1952, quando fui substituir um tesoureiro, que tinha se suicidado, por ter sido pego em um desfalque de caixa, numa indústria de grande movimento, que envolvia negócios dentro e fora do Brasil, e que supria de reservas, cinco filiais em todo o nosso território, de norte a sul.
Fiquei feliz em exercitar por anos a fio, o tal “caixa saldo zero”, pois ele me trazia total confiança, tendo sido implantado após o famigerado desfalque de que lhes falei.
Funcionava da seguinte maneira: fechava-se o caixa dia a dia e os números que representavam o seu saldo diário eram então esclarecidos depois de obter o saldo “irreal”, que seriam assim relacionados: - todo o dinheiro em caixa, todos os cheques emitidos e não pagos, todos os vales de adiantamentos individualmente para futura prestação de contas, fossem de que área fosse e todos os valores recebidos em debêntures das negociações de pagamentos e as faturas de vendas recebidas em carteira. Tudo isso constava de uma relação anexada no verso do livro caixa em sua folha diária, que era enviada à Contabilidade Geral, ainda pela parte da manhã no primeiro expediente da empresa, com todos os resultados do dia anterior.
Assim, tínhamos no verso de cada folha daquele livro caixa, todas as pendências diárias e sem rasuras, que nos levariam a esclarecimento e segurança nas apurações de todo e qualquer valor duvidoso.
Em negócios, quaisquer que sejam eles, devemos aplicar a técnica de apuração de valores, sempre esquecendo daqueles que já enviamos, e somente lembrarmos daqueles, cujo compromisso, nos falta realizar, desde que necessários sejam, após a conferencia dos fechamentos daqueles já enviados.
Quero lembrar, que até no campo dos seguros já assisti aproveitamentos de gargalos e pedaços de embalagem para enganar nas indenizações de seguros tipo LAP (lucro e avarias e perdas), que eram apresentados às seguradoras, sem precisar dizer que aqueles materiais eram componentes de belas e quem sabe, falsas projeções, na área de indenizações dos tão almejados prêmios de seguros, já anteriormente reembolsados, fazendo com que assim ressuscitasse um grande negócio da China !
Fonte da imagem: simbolodopeixe.blogspot.com

terça-feira, 28 de setembro de 2010

O Petróleo, a nossa verdade antiga, que se moderniza e assusta


Hoje eu acompanho nas rádios e jornais, e ainda complemento as minhas informações com imagens de televisão, e faço cumprir assim, toda a minha grande curiosidade.
Não será necessário eu dizer que acredito em tudo o que vejo hoje despontando de uma terra rica e cheia de vitórias, que quando ainda atravessava a década de 1950, todos os brasileiros cruzavam as esquinas orgulhosos e se encaravam, num olho a olho firme e se mostravam vitoriosos das afirmações ditas pelo então Presidente da República, Getúlio Vargas.
O Presidente em todos os seus discursos, não cansava de repetir em voz trêmula de emoção, que o Petróleo era nosso e que assim, ele podia garantir ao povo, de que aquele ano já despertava no brasileiro, no seu dia a dia de trabalho, um espírito de grande vencedor, e que sempre era transmitido de um para o outro, com um grande e positivo sorriso nos lábios e uma alegria constante, como se ele já fosse um habitante de um país do futuro, que havia sofrido todos os efeitos de uma guerra mundial, que nos trouxe a um racionamento de tudo,por mais de seis anos.
Ao final daquela maldita guerra e somente após cinco anos, traria a nós, o otimismo e a esperança de que viria finalmente uma paz, com uma economia crescente, que já se fazia presente, em todos os campos do nosso grande litoral, fazendo com que o povo não se cansasse de exaltar e gritar que “O PETROLEO ERA NOSSO’’.
Na época, eu ainda um menino, já me sentia vaidoso e esperançoso de que o nosso valoroso País, ficaria de pé junto as maiores potências mundiais.
E hoje já do outro lado da montanha, eu tenho uma outra visão, aquela que é o desejo de todos os brasileiros, que vai ver agora a nossa riqueza aflorar vida afora, com os nossos descendentes e ascendentes, gozando de uma felicidade sem fim.
No entanto, ouvindo na rádio C B N, o programa da analista política Lucia Hipólito, observei que politicamente temos muito a amadurecer.
Estão plantando as barreiras do desentendimento entre as nossas figuras mais brilhantes da política e não devemos de forma nenhuma agora, discutir crescimento, nem tentar adivinhar qual dos nossos estados crescerá primeiro, se será o Rio ou São Paulo, se será Santa Catarina ou Rio Grande do Sul, ou se será Pernambuco ou Bahia.
O importante não será discutir agora o que se fará, com ou sem perdas de tempo, para todos nós brasileiros, que não podemos e nem deveremos fazer injustiças.
E eu me lembro bem de ter assistido um dia, no interior de Minas Gerais entre os Municípios de Santa Luzia, Lagoa Santa e Vespasiano uma briga muito engraçada às margens de um rio, que demarcava as fronteiras entre os aqueles municípios, cujos prefeitos brigavam e discutiam pela venda com ICMS, pois queriam os créditos para as suas cidades, uma vez que o cimento, ficaria pronto no município de Vespasiano, mas o minério para aquela fabricação, sairia dos outros Municípios, que não seriam os diretamente beneficiados pelo imposto devido.
Diante daquele impasse não pensaram em outra coisa, a não ser em discutir o fato no Supremo Tribunal Federal. de Justiça.
E agora estamos diante do Pré Sal da camada profunda do nosso Oceano Atlântico, e provavelmente teremos o mesmo problema, só espero que não venhamos a ter nenhuma ação em nosso Supremo..
Mas eu como um leigo em extração de petróleo, ficarei sempre achando que o problema tem uma outra cara ou causa e que é muito mais que nos preocupemos com uma tecnologia na forma de extração.
O que não podemos permitir é que as coisas do pré sal fiquem por isso mais salgadas ainda.

Fonte da imagem:movv.org