Lendo e ouvindo a música

Desenhos de Jorge Queiroz da Silva

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

A grande massa da riqueza externa, nosso lixo!


Se temos lixo em nossa lixeiras, vamos deletar, mas com extremo cuidado!
Há muito tempo que o lixo em nossas casas valorizam a vida das pessoas e de quem agrega sacas e sacas desse produto.
A soma de todos os dias da semana em que os carros da limpeza pública, passam e colhem esses grandes volumes, acrescentam àquele recolhimento, no seu dia a dia, um aumento de um maior tempo, por retirar sacas numerosas indefinidas e variáveis, com os seus pesos líquidos crescidos, haja vista que a embalagem que abriga os resíduos, nada pesam em valor, em razão dos detritos que ali estão acomodados.
Dentro dessa premissa, e por dados comparativos, que faremos de casa em casa, de quarteirão em quarteirão e de bairro em bairro, iremos com certeza, chegar a avaliação do ganho do seu povo e da sua cultura também.
Através dos consumos de jornais e revistas, eu acho que a melhor forma de montarmos uma estatística perfeita, seria analisando diariamente o lixo agrupado pelas pessoas e residências daquela população.
Se fizermos isso, de Cidade em Cidade, teremos finalmente um resultado de dados que nos favorecerá a chegarmos ao crescimento econômico do pais.
Quero assim confirmar que os indivíduos que trabalham na reciclagem do lixo, deveriam ser melhor preparados na montagem desses dados estatísticos.
Vejam vocês que num determinado dia, eu saia de casa para ir a feira fazer as compras da semana e encontrei com uma das pessoas da nossa vizinhança, que costumava no dia de colheita dos carros da limpeza pública, exibir latões e latões de lixos orgânicos, oriundo das cascas dos alimentos que eram consumidos na sua residência.
Ali, naquele local, de repente, ela me perguntou se eu tinha o hábito de examinar o lixo da minha residência.
Fiquei surpreso com a pergunta e ela continuou dizendo que havia tomado a liberdade de fazê-lo por mim, tendo constatado que muita coisa útil e aproveitável, estava sendo jogada fora.
Prosseguiu na sua explanação pedindo que eu observasse a minha empregada ou a cozinheira, pois alguma dessas pessoas estava despachando peças de qualidade e de valor nutritivo, bastando que eu visse, os pequenos galinhos de “cheiro verde” e pães que poderiam virar torradas ou mesmo farinha de rosca, que eram atirados nas sacas de lixo.
Sem perceber minha surpresa, ela ainda me aconselhou que tomasse como meta o exame do meu “lixo” que por certo eu teria sobras de dinheiro para minha feira semanal.
Firmava aquilo, como dizia, de cadeira, pois antes de ser dona da sua boa casa, com tudo de primeira linha, era uma empregada doméstica, que pelo seu “zelo” tinha sido reconhecida pelo seu patrão, que casou com ela.
Segui seu conselho e pude atestar que jogamos fora fortunas no lixo.
(Jorge Queiroz - 16/10/10)
Fonte da imagem: sergeicartoons.blogs...

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