Lendo e ouvindo a música

Desenhos de Jorge Queiroz da Silva

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

UM ORIENTADO CONHECIMENTO, DOUTOR CHAIA RAMOS



A vida por vezes nos desorienta e nos faz pensar que ensinamentos nos trazem novas indicações dos mais diversos tipos de argumentos.
Assim, os nossos caminhos nem sempre serão aqueles que tiveram as indicações que achamos as mais normais, ou sejam, as mesmas que nos fazem os parentes e nossos amigos mais próximos, para que busquemos o nosso crescimento pessoal ou profissional.
Em qualquer das nossas buscas, ficamos sempre obrigados a tentar obter as provas do que buscamos, para nós mesmos e de seguirmos o caminho que por nós foi indicado e apontado, por um ser extra-sensorial que entrou em nossas vidas e que apelidamos de nosso “destino”.
Tenho agora, toda a vontade de fazer um retorno rápido a um curto passado.
Voltarei assim, aos anos noventa, bem próximo da década atual.
Os anos 2000, na sua primeira década, vem nos provando, que entramos numa eterna comprovação de atos já vividos e de novas descobertas, e não nos comprovou que daquele citado ano, nunca passaríamos, conforme a previsão de “Maquiavel”.
Maquiavel é sem dúvida, um homem diferente sobre o qual eu li, aquele que salta de muros de coberturas para terraços mais baixos. Mas falo aqui, de um homem que conheço e que é um famoso causídico.
Ele não se opõe a regras e a nenhuma “causa”, mesmo sendo aquelas, que possam ser contrárias a si mesmo. Trabalhei com esse homem durante um bom tempo e tenho vontade de procurá-lo para com ele discutir as suas maquiavélicas sempre novas idéias.
Hoje sei que todas fazem parte de uma justiça, das mais criativas, que eu já vi.
Faço votos para que as leis por ele criadas e que o serviram em qualquer terra ou pais, nunca o atrapalhe na elaboração das suas simpáticas vitorias, em todos os caminhos financeiros conquistados.
Assim, poderão continuar provando ao mundo, que as leis de qualquer área, podem ser mudadas, sem sofrer as guerras das pressões dessa nova sociedade que junto a ele, Dr. Chaia Ramos, exerceram sempre o seu poder.
Deixo nesse pequeno texto, meu agradecimento a ele, por ter sido para mim, um grande aprendizado de vida.
(Jorge Queiroz -14/10/10)

Fonte da imagem:cliquedescompliqueblog...

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

SEREMOS NÓS POLÍTICOS?


Essa pergunta já me foi feita há muitos anos atrás, pelo meu amigo, meu sempre lembrado doutor Milton Costa Lentz Cesar.
Eu respondia que não sabia fazer política e nem a tolerava.
Hoje, vendo tanta política no mundo, creio que foi um dos caminhos errados que tomei, pois eu deveria sempre, ter feito política na minha vida.
Confirmo que para imperar em estudo, trabalho, família, negócios e saúde, só o conseguiremos , com muita política.
Aproveito esta oportunidade aqui e pergunto a você: - o que, de fato, você deveria responder, quando fosse assim indagado, sobre se deveria ou não fazer política?
Falo hoje, de cadeira, que viver será sempre um ato de se fazer política, pois até dentro de nossa casa, nós temos que optar em fazê-la em alguns momentos, e ser até partidários a algumas delas, para saber usar a política, seja ela a seu favor ou contrária a você.
Eu sempre figurei, dentro de um quadro de pessoas, que jamais quiseram ser políticas na vida, pois naquele momento de Brasil, nos meus primeiros anos de nascido, os políticos eram todos condenáveis.
Tínhamos abolido a escravidão, acabando com os interesses comerciais de “vendas de escravos”.
Agora, bem mais vivido, eu sei perfeitamente que os dias de hoje só tem os seus movimentos e as suas idéias marcadas através de atos políticos. Temos que ficar bem atentos, pois os políticos proliferam em determinadas famílias e classes e estão sendo criados os políticos “profissionais” que passaram até em alguns momentos a se filiarem a “atos criminosos”.
Na minha época de menino, quando eu necessitei ir para a escola, tudo era também um ato político obrigatório, implantado pelo governo de Getúlio Vargas, que me obrigou a ser um católico fervoroso e que me fez cumprir a infeliz obrigatoriedade de fazer a comunhão em “Cristo”, por quatro anos seguidos. E haja catecismo!
Lembro que essa política religiosa ainda vivia firme muitos anos à frente, lá pelos idos de 1975, quando meu filho mais velho se filiou ao TLC(Treinamento de Liderança Cristã), que era um forte movimento que nascia dentro do catolicismo e realizava visitas constantes às favelas do Rio de Janeiro.
Para atendimento aos favelados, que eu considerava “missão perigosa”, visto que no morro do alemão já se implantavam sinais da interferência e dos riscos das intromissões do tráfico de drogas, que ali já se aquartelava, eu preocupado com a sua segurança, fui obrigado a lhe perguntar sobre o porque daquele excesso de missões nos morros da nossa Cidade.
Questionei a ele se Cristo era uma inspiração ou um patrão e ele ofendido, me respondeu que Cristo era o melhor patrão do mundo.
Para justificar sua resposta, intimou-me a comparecer a missa dominical de domingo, pois a música sacra de abertura da missa tinha sido composta por ele e havia ganho o prêmio de segundo lugar no Concurso Nacional promovido pela Igreja Católica.
Parabenizei-o pela sua vitória que, religiosamente persistiu por sua vida tornando-o hoje um Diácono da Igreja Nova Vida, na qual milita há mais de quinze anos, seguindo assim, seu caminho político na vida.
(Jorge Queiroz - 15/10/10)Fonte da imagem:nosso-cotidiano.com.br

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

A MIDIA NÃO PODE SER INFELIZ, FAÇAM MANCHETES COLETIVAS


Já trabalhei na mídia, em dois jornais, sendo um no meu início de carreira, que de muito me valeu, onde eu ficava aos meus quinze anos de idade, admirando alguns dos nossos autores, meus ídolos e escritores famosos.
Eram grandes cronistas que se exibiam, passeando pelos corredores da sede do jornal, ali na Av. Rio Branco.
Naquele vai e vem, na direção da redação, procuravam trocar palavras com o meu chefe na gerência das áreas da administração, um senhor de alta credibilidade e dono do melhor charuto importado daquela época.
Ele trazia as amarras do seu funcionamento administrativo presas às publicações dos balanços e aos resultados financeiros finais dos departamentos de publicidade, exibidos nos boletins trimestrais, semestrais e ainda anuais como carro chefe, pois o Jornal do Commercio tinha a confiabilidade de todos os governos, sendo os estaduais, municipais e federal, haja vista que aquele órgão da nossa imprensa vinha do tempo do nosso Império, tendo sido idealizado e fundado pelo grande Dom João VI.
Só no momento do Brasil República é que vieram a abrir concorrência, pois ai surgiram os diários oficiais que eram dirigidos pela imprensa da justiça brasileira, seguindo assim os passos da prestação de contas dentro da desconfiada coroa portuguesa e do já descrente Império dos Joões.
Esse meu chefe naquela forma de trabalho, montou os caminhos para amostragem da organização com todos os guardados de escritas e negócios das principais empresas, as mais valiosas do nosso Brasil futuro. Já nesse tempo, estávamos chegando ao Brasil República.
Ali, naquele jornal, estavam arquivadas todas as publicações sobre as principais empresas, como o Banco do Brasil, os Correios e Telégrafos, o Jardim Botânico e o recém criado Jardim Zoológico, idealizado pelo então Barão de Drumond que se tornou nome de praça, no famoso bairro imperial de Vila Isabel.
E eu, um menino ainda, no meio dos antigos escritores, ficava a ouvir aquelas palavras sábias daqueles autores contratados, como Carlos Drummond de Andrade e de outros avulsos, que pagavam para fazer as suas publicações semanais e tiravam “um biquinho” na fama dos conhecidos, se aproveitando do seu nome histórico e também da força do seu dinheiro, como o engraçadíssimo Coronel Elias Johanny. Esse, não podia ver passar uma jornalista bonita, que ficava à espreita, imediatamente sacando do bolso raspas do seu taco de guaraná com o seu canivete e engolindo, levando todos a uma grande gargalhada!
(Jorge Queiroz - 17/10/10)Fonte da imagem: cidadaodomundo.org

terça-feira, 28 de agosto de 2012

OS BRASILEIROS SAUDÁVEIS E AS ORIGENS DA VIDA!


Hoje o homem já fala em todas as direções e com certeza já pensa talvez, em fabricar um “clone” de DEUS.
Um clone que possa dar para ele a crença de que tudo o que se faz nessa terra é produto de um laboratório de análises de um novo bío-formato de viver, perfeito dentro da ciência e nas suas ambições e diferenças, em poder nessa visão de vida, vir a criar novos seres humanos autênticos e imortais.
Hoje, os cientistas já discutem e pensam, que vão poder nos congelar, em cápsulas de hidrogênio, por um determinado tempo de vida latente e em obediência ao nosso calendário anual de vida útil, crendo que irão nos trazer de volta de novo para a vida, após cumprimento do contrato de recondicionamento total do nosso corpo.
Pensam também em, com esse corpo congelado, configurar uma vida futura, em um outro século, em que eles assim quiserem e entenderem ser possível, que obedeçam aos estudos de resistência individual de cada indivíduo, tudo muito fiel pelos estudos projetados para uma vida futura.
Só que isso deverá acontecer, se pagarmos antecipadamente, um preço justo e calculado, dentro de um projeto de ressuscitação!
Talvez, quem sabe?
Teremos cores de sangue modificadas, sendo diferentes do nosso vermelho de hoje?
Será que os grandes especialistas em ciência de vidas futuras, assim fariam depois de um criterioso exame de laboratório, dos quais sairiam as cores ideais, para implantar no sangue de cada individuo, uma cor já biologicamente acordada dentro de cada missão de vida?
Poderíamos descobrir com antecedência, qual seria a nossa classe social pelo nosso sangue, pois não teríamos mais os tipos por todos nós conhecidos, como o AB, B o (+) ou (-), A ou universal tipo O?
Pelas novas formas de vidas futuras, já preparadas, seriam implantadas novas cores que deveriam pertencer a uma escala dentro das classes sociais e assim teríamos a aproximação do ser humano a tão falada e discutida eternidade?
Será que o nosso grande pai criador permitiria sua implantação aqui, nessa nossa terra?
Não posso deixar que a corrupção me preocupe, mas será que os homens iriam realizar pagamentos extras, para mudarem as suas classes sociais?
Será que os “milionários”, como sempre, seriam beneficiados e a vida para os da classe média em nada mudaria e eles, os ricaços, receberiam até por vaidade, em seu sangue, um pigmento dourado, com salpicos e brilhos de raras pedras preciosas, protetoras e defensoras de seus vasos sanguíneos?
Que diriam os novos cientistas, dariam razão assim aos ricos e vaidosos?
Ou seguiriam na busca de faturar muito mais, por poderem cobrar um alto preço de uma vida, para sempre conservada, por uma periódica manutenção futura, dentro dos nossos negócios da genética moderna?
Teríamos assim incluída a cor do sangue social normal, para evitarmos que houvessem misturas nas áreas de tratamento?
Ficaríamos certos de que o nosso povo sem recursos continuaria com o sangue sem nenhuma alteração?
Seriam recriadas as empresas modernas de saúde, substituindo os atuais planos existentes e cheios de falhas ou continuariam ocorrendo erros médicos?
Poderíamos evitar as contaminações, dentro das pequenas classes comunitárias?
Será? Será?
(Jorge Queiroz - 21/10/2010)Fonte da imagem:blog.cancaonova.com

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

EU ERA UM BRASILEIRO QUE ACOMPANHAVA O GLOBAL 40 , E AGORA?


Esse tipo de financiamento existe e bem claro.
Sempre se falou dele diariamente em nossos jornais e principalmente, que envolvia todas as dívidas de até 40 anos atrás e que dentro de um sistema de segurança da economia mundial, nos deixava desejosos de que nos dissessem do desinteresse de atualmente mostrá-las no local onde estariam relacionadas e controladas, no FMI.
Até então eram bem demonstradas naquele fundo, o Fundo Monetário Internacional, pra’ não se dizer nada em contrário nas informações a todos os países do mundo que tinham o seu uso devidamente autorizado, e que também eram os usuários daquele presente tipo de financiamento.
Mas eu entendo perfeitamente, que possa sim, ter ocorrido um acordo internacional para baixar a voz da nossa valente imprensa nacional, ou mesmo algum acerto de exigência mundial, e de repente estarmos envolvidos em uma crise financeira mundial, como a última por nós vivida no final do ano de 2008.
E por que devemos nos afastar das definições de nossos dirigentes políticos e de nossos Ministros e dos nossos Chefes de Governo?
Eu ainda acho que devemos como brasileiros, discutir entre nós, perguntarmos sempre e lermos os nossos jornais com toda a sabedoria.
E se nesse mesmo caso passarmos na frente de um desses nossos dirigentes ou políticos, devemos nos utilizar de uma grande ferramenta, a nossa bendita língua, que nos ajudará a reforçar um diálogo, sobre todas essas nossas dúvidas.
Nunca deveríamos deixar que nas reuniões onde se fizerem presentes grupos de brasileiros, que desacreditados de serem donos do Brasil, denotem interesses em poder explicar ou ouvir colocações à respeito desses acontecimentos de sempre, não debatam os assuntos que são sempre de maior fundamento do nosso pouco esclarecido povo brasileiro.
Esse povo bondoso, sempre gosta de mostrar uma grande satisfação de dar aquela boa e amiga mãozinha, para aqueles que estão de repente esquecidos e acomodados e que com certeza, desconhecem serem também donos dessa eterna dívida brasileira.
Eu sempre gosto de ouvir e de falar também, mas se por acaso na rua, estou dentro de um taxi e penso que posso puxar um papo rápido, pela conversa mantida com aquele taxista, eu já começo a medir a nossa opinião publica e tento influenciá-lo para ser um porta-voz.
No papo, vou descobrindo se ele também conversoucom alguém mais esclarecido, que lhe tenha dado alguma noticia, sendo ela de âmbito de governo, de política, ou de algum caso, na área da nossa segurança pública.
É assim que eu sempre vou ficando informado de como andam as coisas em nossa Cidade ou em nosso Estado, ou ainda no nosso Brasil.
Lembro-me que num determinado dia, eu cheguei a saber que o Brasil, já não tem mais nenhuma divida externa a ser paga, o que é uma tremenda “balela” que foi passada ao pobre taxista.
Alertando ao mesmo perguntei se ele não sabia que o Brasil já tinha transferido os títulos já vencidos do seu processo de empréstimo do
Nosso Global 40, avalizado pelas nossas letras do tesouro nacional do mercado futuro e ainda autorizados pelo famoso FMI.
Ele então me confessou que teria se utilizado das palavras do nosso presidente Lula que afirmou num “comício”, que felizmente o Brasil já não tinha mais nenhuma dívida externa para pagamento.
Ainda dentro daquele seguimento,perguntei a ele, se o presidente, não tinha dito nada sobre as dívidas que tínhamos naquele fundo Global 40
que eram garantidas pelos nossos títulos de governo e que fazem parte dos nossos novos orçamentos anuais do governo federal.
Expliquei que os títulos estariam relacionados para pagamento dentro do nosso orçamento futuro, e que representavam valores que tinham os seus vencimentos em até 26 anos.
Com isso esses títulos foram renovados e transferidos para os quarenta anos à frente, cabíveis nesse plano. Ainda reforcei que se o presidente não esclareceu esse pormenor foi porque não cabia a ele qualquer preocupação, haja vista que daqui há quarenta anos não mais faria parte do governo.
Vem daí, o mal uso político da palavra do presidente,
que não contou toda a historia que teve junto a um repórter da TV àquele taxista mas sim,ao brasileiro desavisado, que estava em sua casa, na hora do seu jantar, e que engolia tudo junto com aquela mentirosa notícia, a mais forte dos últimos tempos, a do acerto de uma dívida ainda em vigor.
Assim, outros, como o taxista, desavisado e inocente,sairão pelas ruas do nosso país, como um porta-voz, formando um imenso grupo , de um sem-número de brasileiros felizes com o nosso grandioso Brasil crendo e afirmando tudo a favor dos nossos governantes, e ainda assim ajudando a alimentar as suas grandes mentiras políticas, que certamente valerão milhares de votos nas urnas.
Essa história, no dia em que me foi contada por aquele taxista, me deixou triste e preocupado, quase me fazendo perder o sono, regado ao longo de mais de cinqüenta anos de trabalho, percorrido nos mais diversos campos de diferentes ramos e importâncias para esse nosso grande país.
Agora, só desejo e peço que as nossas autoridades, quando em seus pronunciamentos, não emitam frases truncadas que favoreçam suas campanhas eleitorais e que possam ser futuros distribuidores de notícias contendo números irreais, criando dúvidas para nosso povo esperançoso e credor.
Fonte da imagem:elucubracoesgrafistas.blogspot.com

domingo, 26 de agosto de 2012

NA URNA O NOSSO DESENVOLVIMENTO SERÁ MENTAL



Hoje, como um antigo brasileiro iludido
digo que notei após rápida observação,
ao sentir, que ao passar os olhos nos jornais,
ganhei uma nova vida e uma nova emoção.
Li e reli as notícias e todas me agradavam,
sobre a atual pesquisa, dentro da eleição.
Pois o meu coração já infartado, pulou de alegria,
e a pesquisa apontava, que dentro da votação,
estava ali uma virada fatal.
Dizia o boletim, que um novo resultado
tocava o meu coração,
e acho que sua provável vitória,
dentro de uma campanha honesta,
de um brilhante e inteligente brasileiro.
E peço então vivas assim,
ao nosso presidente brasileiro,
O nosso grande JOSÉ SERRA!
Que mexe sempre na hora certa,
Com toda a nossa emoção,
Desde o seu tempo como Ministro da Saúde,
Onde ele usou e abusou , de toda a sua sabedoria.
Onde ele sempre dizia, que ele provaria,
Que a saúde funcionaria,
Dentro do seu dito e pensado,
E isso ele pode a nós todos provar,
Calando de vez a oposição,
Provando sim, que a saúde foi organizada,
E assim atendeu a todos, aqui do Rio de Janeiro...
E fora dele também,
Longe da sua visão, mas perto da sua instrução.
E mesmo sem ser seu partidário político,
Confirmo, aqui o peso da sua atitude correta,
em uma área carente e importante.
E que por isso tudo, podemos afirmar agora,
Que ele eleito será, nesse turno final.
Espere e você verá que o povo dará a vitória
pelo reconhecimento e pela sua GRATIDÃO,
Dará VIVAS... então ao nosso JOSÉ SERRA.
Mas quero aqui deixar bem claro,
Que eu nunca votei em PARTIDOS,
Eu só Voto em NOMES!
Nomes, que admiro e a quem escrevo,
sempre cheio de esperanças,
Aguardando a vitória,
Na minha bendita crença
E com uma grande emoção!
(Jorge Queiroz (18/10/10)
Fonte da imagem:portalesp.blogspot.com

sábado, 25 de agosto de 2012

A COPA DE 2010, NOS TROUXE DE VOLTA DUNGA E SUA “PROLE”

Quem diria, hem?
Quem poderia imaginar que eu teria que recorrer aos livros infantis, para numa nobre pesquisa, cheia de motivos e inspirada nessa Copa da África do Sul, para reencontrar a nossa verdadeira “BRANCA DE NEVE”, que por certo se apresentou a nós, num moderno formato, vestida de JABULANI.
Mais uma vez, nos apaixonaríamos por ela e, conseqüentemente, seríamos por ela influenciados, pois jamais poderíamos pensar, que pudesse nos acontecer uma nova desilusão futebolística.
E pensar que esse campeonato estava acobertado por uma turma tão bem orientada por esse gigante chefe “DUNGA”, que num passado próximo, teria vencido a todas as criticas de um grupo ferrenho de jornalistas que o acusava injustamente, em quase todas as suas missões de atleta do nosso futebol profissional.
Foi nesse cenário que a CBF, entregava a ele, o comando de outros vinte e três “gigantes” complementares, para dar o toque da formação do seu correto esquema tático, para poder cumprir a sua nova missão dentro de um caminho que se mostrava brilhante e vencedor.
Caso assim o fosse, poderíamos levantar e beijar novamente uma taça de campeão mundial, como no inesquecível ano de 1994 e o Dunga complementado um novo ciclo da sua carreira, como um treinador de futebol capaz.
Objetivos esses, que como todos nós brasileiros, bem sabemos, não são moles de serem cumpridos e encarados nas difíceis partidas de futebol, mas pelo nosso otimismo de brasileiro, nunca poderíamos deixar a nossa peteca cair.
Com essa esperança ficamos cada um de nós torcedores, a distribuir nossos sonhos de sermos campeões, dentro de nossas casas em reuniões de família e em nossos trabalhos, até o decisivo momento negro do dia 02/07/10; aquela nefasta sexta-feira cujo resultado da soma dos algarismos na sua numerologia é DEZ e portanto, para nós brasileiros de todas as crenças, jamais poderia abalar os nossos sentimentos de esperança.
Mas infelizmente, nos esquecemos de tudo, dentro desse enredo, de Branca de Neve e os Sete Anões, inclusive da cantiga que acompanha o caminho de volta pra’ casa. “ EU VOU, EU VOU, EU VOU PRA’ CASA EU VOU! “
Sem mentir nem duvidar, os nomes dos Sete anões, nos fazem lembrar coisas duvidosas, principalmente dentro de um campo de futebol.
Senão vejamos...
Analisemos os nomes...
Sobre o Dunga, já falamos...
A ele se seguem o Zangado, que o juiz com certeza expulsará...
O Soneca é totalmente fora da realidade de um bom jogador de defesa, pois não pode dormir...
O Atchim pelo sintoma, não deixa tranquilidade para o seu preparo físico...
O Mestre é como todas as pessoas que se julgam de valor se sentem...
O Dengoso é um gênero que nunca seria admissível para uma carreira de jogador de futebol...
E finalmente o Feliz, que deixei exatamente por último, sonhando com o Hexa.
Agora, só nos resta aguardar em casa, o ano de 2014.
Tomara que tenhamos uma nova turma mais VENCEDORA e com nomes mais sugestivos e não chefiada por um anão, mas por um “MESTRE”, que venha a ser realmente um “MESTRE”, como todos os nossos antigos vencedores.
Aqui, de minha parte, continuo achando que fomos vitimas de um problema técnico, causado por uma escolha de técnico precipitada e errada!

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

A COPA DO MUNDO VAI PUNINDO JUÍZES E PROCURA A SUA SALVAÇÃO

Felizmente a FIFA sabe que tem que começar a pensar seriamente nas arbitragens dos jogos de futebol.
A tecnologia avança e a bola de futebol a famosa “JABULANI”, impressiona o mundo,principalmente quando se fala de uma visão de termos a relação do seu uso num mercado hoje tão diverso.
Nesse mercado que reúne atletas de todo o Universo, não podemos pensar em medir o passo da sua trajetória, pois sentimos que a visão humana falha e nunca pode acompanhar sozinha a sua caminhada nos gramados.
Temos que proteger o futebol, como esporte preferencial do ser humano.
O homem encarregado de ajuizar a um público exigente e fanático e de defender a verdade de lances dos mais intricados de uma partida de futebol, tem que ser bem preparado.
Hoje, se torna difícil a preparação desses atletas, para poder responder de imediato pela trajetória dessa bola, esse pequeno e mais observado instrumento que é a emoção de uma partida de futebol, na hora em que acontece o GOL!.
Já se pensa, em colocar um “chip eletrônico”, nessa mesma bola, para que ela pudesse acionar um instrumento de alarme colocado no braço dos juízes ou dos seus auxiliares.
Pensa-se também, que podemos autorizar a exibição do lance através dos telões da televisão, colocados nos estádios, mas aí, surge uma pergunta:- e o futebol de várzea como ficaria?
De minha parte, eu já penso que o solo do fundo das balizas de futebol, poderia ser móvel, para que ao sentir o peso da bola com sua queda, acendesse um alarme na parte posterior da baliza.
Pensam ainda numa esteira sensível e magnetizada, submersa no gramado no fundo da baliza.
No entanto, é difícil resolver esse problema, na hora do gol.
Essas providências, deverão ser muito bem pensadas, pois todas terão um alto custo financeiro.
Os erros de juízes são as vezes equívocos, e não podemos julgá-los, e sim ajudá-los. Creio que seria mais barato colocar um auxiliar atrás do gol.
Todas essas considerações me fazem lembrar que no ano de 1957, ainda como estagiário no Exército, na VILA MILITAR, no Rio de Janeiro, fui designado para apitar a partida final entre dois times de diferentes Regimentos, que definiam o campeonato da Olimpíada Militar.
O Coronel Álvaro Alves da SILVA BRAGA, me impôs aquela tarefa de fazer a arbitragem, missão que seria irrecusável.
Logo ao primeiro minuto de jogo, eu marquei pênalti e ouvi, num Estádio cheio de militares a seguinte frase de um coronel responsável pelo time punido: - Ô Tenentinho, você está maluco?
Quando eu encerrei o primeiro tempo, com a bola no ângulo de corner, antes do mesmo ser batido, -porque para mim na regra de futebol, naquela época, a única falta que deveria ser batida, caso acontecesse, seria o pênalti – esse mesmo Coronel levantou-se , gritando :- não é que o Tenentinho ficou maluco beleza?
Por essas e outras, FIFA, acabe de vez com o sofrimento dos juízes!

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Os crimes da automatização

As mudanças no mundo nos fazem pensar que, se de um lado estamos protegidos pela automatização em nossas vidas, de um outro lado, nós estamos perseguidos pela grande especialização dos crimes que vem se acercando de cada passo da nossa nova forma de viver.
Para nos protegermos nós teremos que estar permanentemente verificando todas as nossas amarras de segurança, desde a abertura que fazemos do portão de nossas casas até a permanente vigília que a vida de hoje nos obriga a fazer em cima de todos os equipamentos necessários, que teremos que ter em nossas mãos ou à nossa volta.
Os cartões de banco se tornaram perigosos em nosso dia a dia, se os trouxermos conosco nos horários que facilitem as ações dos bandidos, e mesmo que escapemos desse duro caminho critico - o seqüestro relâmpago - por onde andam as quadrilhas assim ligadas e especializadas, mesmo que já tenhamos conseguido executar a tarefa desejada do saque, ou pagamento, não teremos nunca uma certeza, de que na hora do seu uso, não tivemos o nosso cartão clonado, por uma outra quadrilha também já especializada nesse processo.
Hoje quando chegamos em casa de carro e ao abrirmos as garagens de nossas casas ou prédios, devemos observar, pelo retrovisor, qual veiculo está vindo atrás de nós em nosso mesmo caminho, e já preparado, se bandido for, para entrar no prédio junto conosco, nesse mesmo momento.
Não podemos deixar de acompanhar pelo noticiário, alguns novos esquemas criminosos que estão se utilizando de funcionários corruptos, da área de manutenção e consertos de portões automáticos de garagens, ligando-os em linhas de diferentes codificações, pelos sinais e códigos de senhas de abertura de portões em residências conjugadas e de diferentes tipos, como sejam casas, vilas e prédios, fazendo assim , no mesmo instante,a abertura de diferentes portões, em distâncias maiores em até duzentos metros quadrados, movimentando portões em diferentes lados dessas mesmas ruas.
Sendo assim, eu recomendo, que na hora de você acionar sua garagem, não deixe antes de dar uma rápida parada com seu carro, o que alertará ao grupo criminoso, que porventura venha lhe seguindo, que eles estão naquele exato momento sendo observados, o que de uma certa forma evitará a provável invasão da sua casa ou prédio, ficando assim livre do infortúnio de um maldito e doloroso assalto.
Estamos no momento de investigarmos os nossos serviços de manutenção, pois alguns dos funcionários desse tipo de emprego, estão sendo remunerados por quadrilhas desse tipo de assalto, e só assim estaremos ajudando as empresas que inocentemente podem perder sua clientela.


(Jorge Queiroz - outubro de 2009)
Fonte da imagem:prestfone.0jet.com

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Dia 08 de março : mais um dia do maior degrau da vida - uma mulher !

Um degrau em nossas vidas não é uma simples plataforma ou mesmo um trampolim que nos levará ao cume das nossas idéias.
Eu tenho assim toda a certeza de que a verdadeira formação na vida de cada um de nós, vem do cuidado, do zelo esmerado de nossas mães, que temperam tudo com muito carinho e com toda a sabedoria, suprindo todos os nossos anseios, sejam eles espirituais ou materiais.
Por isso, elas são indicadas para que sejam imprescindíveis ao encaminhamento seguro da vida de seus filhos.
E muito importante que venhamos a comemorar o Dia Internacional desses seres, as mães, que mundialmente, tem o seu dia repetido em nossos pensamentos e em nossas comemorações mais íntimas, por todas as palavras ditas e repetidas, quase que diariamente, aos ouvidos de seus amados filhos.
Quero assim, lembrando da história da minha vida, homenagear por esse dia, todas as mulheres importantes pelos seus exemplos e palavras, que tiveram as maiores influências na formatação de todos os meus principais passos na execução e na busca dos meus objetivos .
Passo a listar nas linhas seguintes, todas as emoções e dúvidas que me envolveram desde os meus tempos de criança, enumerando a presença de várias mulheres, que pesaram diretamente na minha educação e também que, internacionalmente, afetaram a vida de muitos.
Começo, citando a paz da palavra de real expressão dos conselhos da minha doce e maravilhosa mãe, a sempre lembrada e amada “Mancinha”.
Minha mãe de nome Hermance, apelidada Mancinha, tinha no seu nome a origem francesa, pois um seu tio avô, que viveu na França, no Consulado do Brasil, escolheu para ela esse nome. Mancinha tinha oito irmãos homens, que a protegiam, pois era a única mulher na família. Desde os oito anos, mostrando uma maturidade alheia à época, Mancinha prestava ajuda em âmbito familiar, haja vista que residia na casa do seu irmão mais velho, já casado e com filhos. Nunca sentiu dificuldades em aprender coisas diferentes e válidas para seu aprimoramento.
Casou com quatorze anos, e aos quinze já era minha mãe.
Logo nos primeiros anos, mostrou que valorizava os conselhos que havia recebido para ser assim uma jovem mãe e excelente educadora .
Usava muito, na sua forma de ensinar, um tipo sábio de aprendizado, através de ditados que me eram passados ao longo da minha vida.... O primeiro dos seus conselhos eu nunca esqueci – “ meu filho, criança não escuta a conversa dos mais velhos”.
O seguinte foi: -“ meu filho, seu pai trabalha muito e precisa sempre descansar”.
Passou a vida me educando com simplicidade, repetindo, um a um, os principais ditados importantes : -meu filho, ajude a mamãe, que ela não é burro de carga..., aprenda a cuidar da sua roupa, porque custa caro....,ao sair à rua, quando for atravessar, sempre olhe de um lado para o outro..., meu filho, nunca minta é feio e Papai do Céu não gosta..., meu filho, a mentira tem perna curta...não adianta tentar me enganar..., meu filho, ao se encontrar com um mendigo, observe se ele cheira mal e se assim for, não chegue perto...meu filho, aprenda a esperar, pois quem espera sempre alcança.....meu filho, a eternidade esta lá no Céu....meu filho, fique atento, e apontando para os seus olhos dizia, este é irmão deste...., e este não engana este..., e na mesa do café dizia..meu filho, não tem manteiga, mas pense nela e sentirá o seu gostinho..., meu filho, devagar sempre é pressa também...,meu filho, sonhar não custa nada, sonhe e aguarde...., meu filho, ao sair, diga sempre onde vai, porque eu vou conferir...,meu filho, não ande na beirada da rua, a calçada tem mais de dois metros de largura ...., meu filho, seja sempre um valente covarde, pois terá uma vida eterna..., meu filho, quando cresceres não te cases com mulher de pé feio, pois pé feio é do diabo...., meu filho, dinheiro só faz falta a quem precisa dele, não seja olho grande, você tem tudo....,meu filho, seja um pobre mas de barriga cheia, numa casa nunca deve faltar comida....
E com estes conselhos, que eu recebi de minha mãe, eu quero concluir, relacionando o nome de todas as mulheres que tiveram grande e importante peso em minha vida: - a minha primeira professora, Elvira, aquela das primeiras letras, a dona Brasilina, a do Hino Nacional Brasileiro, a das sete notas musicais e a sua imponência em solfejar, a madame Dutell, das aulas de francês, que tinha bons méritos em castigar, para ensinar.
Além dessas, as minhas tias de aluguel; - minha tia Dudu, pelos seus doces campistas, minha tia Emilia por me exibir que a vida também era um luxo como ela, pra se vestir; minha tia Ormenzinda, que na rua onde eu morava, era a defensora da paz, fazendo da sua vassoura, uma grande e temida arma em prol da disciplina.
Hoje, Dia Internacional das Mulheres, eu tenho o prazer de eleger as pessoas que são as mais importantes na fiscalização do meu bem-estar.
Nesse dia especial, não posso deixar de citar a minha amada mulher Adir, responsável pelo meu bem-estar seguro e consciente, responsável pelo meu otimismo e pela minha felicidade diária na busca por motivos reais de vida.
Cito também, minha cunhada, a minha médica Alba, que sempre me assegura que o nosso modo de viver é que dá o resultado da mistura clinica de uma nova cura.
Utiliza a numerologia e nos protege com um olhar periférico.
Segura e otimista, fiscaliza um sem-número de pacientes, que apreciam o seu jeito profissional de ser, pois quando a procuramos no leste ela já esta no oeste e quando pensamos no norte, ela já foi para o sul e já está retornando, sempre buscando um novo horizonte, que visa o bem-estar de alguém, um bem-estar comum a todos.
Por isso, concluo dando viva às mulheres.
Não podemos deixar de observar que o dia das mulheres se comemora no dia 8. Coincidentemente, se colocarmos esse número na horizontal, representará o sinal do infinito, provando a real condição das mulheres em nossas vidas... infinitamente....
Parabéns, mulheres !!!!

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Oração do Terceiro Milênio e do perdão!

Senhor meu Pai, me perdoe por não ter seguido, sempre, os passos determinados por ti e de ter vacilado em alguns momentos e de não ter respeitado os teus bons ensinamentos... Senhor meu Pai, me perdoe por não ter conseguido sempre, seguir os teus preceitos de vida, aqueles que por ti, foram idealizados, e que nem sequer, por mim, foram observados em determinadas horas de minha vida... Nem sequer por mim, foram , ressaltados.... Ainda assim, Senhor meu Pai, reconheço ter recebido a tua luz divina, as tuas sublimadas indicações e os teus aconselhamentos, sempre me fizeram reconhecer que todas as boas coisas que se manifestam, hoje, em minha vida, se misturam na tua predileção e no teu acompanhamento. E assim, na tua devoção.... Senhor meu Pai, peço que me perdoe... Porque sei, que destes ao homem, o poder de decidir, mesmo que errado fosse... Porque sei, que destes ao homem, o poder de construir, mesmo que sem alicerces... E porque sei, também, que destes, ao homem, a liberdade para criar, mesmo que desnecessária e até as vezes, sem motivos... Mas tu, na tua grandeza e na reflexão da tua luz, não deixastes para esse homem, com certeza, o poder de julgar.... Pois o julgamento do vosso Filho, quando por aqui passou, comprometeu essa humanidade e daqui o expulsou... Mas a salvação... deverá ser do vosso....Juízo final... E por isto, eu te suplico , que instrua o homem, do novo milênio... Oh! meu Pai , e meu bondoso Deus! Neste terceiro milênio, instrua a esse homem como saber pensar , e aprender a julgar.... Pois só assim, a tua criação, chegará a Eternidade !!! E finalmente o homem... será imortal !!!
(Jorge Queiroz da Silva - abril/2009)
Fonte da imagem:doutrinaespiritananet.blogspot.com

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

A justiça tarda, mas não falta para ninguém...



O meu primeiro incidente profissional com o Robson, ocorreu por ocasião do curso de call-center que fiz para uso e aplicações no Departamento de Telemarketing da Empresa onde eu trabalhava.
Propus-me a fazer tal curso para evitar que viesse a acontecer um desentendimento familiar entre o citado Robson e o seu primo José Antônio, Diretor da Área Comercial, onde eu era locado. O Sr. José Antônio me incumbiu de realizar as futuras modificações operacionais que seriam necessárias naquele Departamento, pois ele achava que o Setor poderia ter um melhor desempenho, o que realmente veio a acontecer, devido ao novo esquema operacional de vendas que eu implantei.
O sucesso daquele projeto me proporcionou a alegria de depois de oito meses de trabalho contínuo, elevar um faturamento em vendas, que era em média em torno de oito milhões por mês, para a inesperada marca de vinte milhões por mês.
Esse resultado provocado unicamente pela minha atuação profissional, deve ter mexido e influído nitidamente no orgulho daquele senhor Robson, que era o responsável pela área de vendas e funcionava ali há mais de oito anos. Esse fato não era, no entanto, do meu conhecimento.
Como na minha contratação ele me exigiu o diploma de formação dentro da área especifica de telemarketing, requisito que eu não tinha, por jamais ter trabalhado em área de vendas, me fez praticamente forçado a obter aquele certificado.
Dessa forma, matriculei-me numa sala de aulas, lá no Clube dos Lojistas do RJ, onde fiquei com a nítida impressão de que não precisava de jeito e maneira alguma do tal curso.
Desse dia em diante - eu, já diplomado e com o Departamento indo de vento em popa e ele, o Sr. Robson, diplomado no exterior e ferido no seu orgulho profissional - senti no ar como se fosse um forte desejo de vingança dele contra mim, por ter sido o criador daquele Departamento.
Talvez, penso com meus botões, quando me obrigou a sair à rua, em sua companhia e da equipe de vendas externas, para pesquisar junto aos clientes potenciais as novas formas de vendas, de um novo formato analítico do nosso quadro de representantes, buscasse inconscientemente testar meus reais conhecimentos.
Talvez tivesse aflorado em suas idéias o desejo de na primeira oportunidade, buscar um contato mais ligado ao meu desempenho, nas empresas que formavam o nosso grupo de clientes.
Só isso justificava sua total rejeição ao que eu havia implantado, com modificações das planilhas existentes e que deixaram a equipe de vendas mais segura, pois quando saiam para suas visitas agendadas, tinham nas planilhas um apoio total daquela nova performance do Departamento, que se tornou bem mais produtivo e agressivo e totalmente apoiado pelo Departamento de Telemarketing.
Recordo-me com satisfação de um dia quando saímos juntos para visitas a novos clientes.
No dia anterior, esse senhor Robson, em tom de autoridade de dirigente, me telefonou e me comunicou com sua voz clara de mandante, que no dia seguinte estaria me acompanhando e ao nosso representante nas visitas.
Perguntou-me qual seria o roteiro. Respondi prontamente que iria visitar a PUC, na Gávea. E , assim, combinamos a saída.
No dia seguinte, pegamos um taxi e lá chegamos para desenvolver as nossas novas direções no trabalho de atendimento ao cliente e passamos todo o dia, em reuniões diversas, que nos custaram um bom tempo.
Ao deixarmos a PUC, nos deslocamos novamente de taxi para o Escritório Central da Empresa, quando ele liberou o representante de vendas e me pediu que eu não ficasse aborrecido, mas que ele queria que eu fizesse o papel de segurança dele, numa outra visita, já que não andava sozinho e tinha receio de ser seqüestrado.
Ali, tive toda a certeza de sua prepotência, mas não me aborreci e fui até cordial em atuar como seu segurança.
Perguntei para onde íamos e ele me disse que precisava ir primeiro ao BEMGE, ali na Avenida Rio Branco, falar com a Diretoria do Banco, pois necessitava da liberação de um valor muito alto.
Instruiu-me que subisse com ele mas na hora do atendimento, ficasse do lado de fora da sala do Diretor, aguardando o seu retorno, pois o assunto era extremamente particular.
Mas, naquele dia, as coisas ocorreram de forma totalmente diversa ao seu desejo, para que ele pagasse todos os seus pecados, principalmente por não conhecer o meu currículo profissional.
Ao chegarmos no andar da Diretoria do Banco ele pediu a secretária para anunciar sua presença, mas o Diretor, que era nada mais, nada menos, o meu amigo e velho conhecido, o nobre “Joe Garcia”, irmão do governador “Helio Garcia” do Estado de MINAS GERAIS, educadamente, saiu a porta do seu gabinete e disse em alto e bom som: - é você Queiroz?
Respondi que era eu sim, mas que naquele momento estava ali só como segurança.
Ficamos os dois em saia justa, quando o “Joe” meu velho amigo, insistiu que mesmo assim eu entrasse, o que não o fiz porque como expliquei ao Joe o assunto era confidencial.
Meu velho amigo não se deu por satisfeito e disse que tão logo o Robson saísse eu entrasse, porque queria ter o prazer de falar comigo e me dar um abraço, porque com ele eu tinha o trânsito livre e o que eu precisasse poderia lhe procurar.
E depois daquilo tudo terminado, voltamos para a Empresa.
No fim do expediente, me telefonou o grande “Joe”, me pedindo para dizer àquele “menino” que o dinheiro dele já estava na conta.
Fiz menção de passar a ligação para o Robson mas ele não quis, preferindo que eu, justamente eu, lhe desse o recado.
Vejam vocês, que a justiça tarda, mas não falta pra ninguém!
(Jorge Queiroz da Silva - setembro/2010)Fonte da imagem:indicavenda.wordpress.com

domingo, 19 de agosto de 2012

O PAVIO ACESO DE UMA REVOLUÇÃO PLANEJADA EM 1955, E SO DETONADA EM 1964

Que pena, que a nossa turma de aspirantes convocados para estágio, não aconteceu um pouco mais adiante, ou seja, dez anos depois, para que pudesse contribuir para que não existisse a Revolução de 1964.
Numa turma de oficiais R-2, bastante coesa e cheia confiança, esse será sempre o nosso eterno lamento.
Esse grupo, em diversos quartéis da 1ª. Região Militar, já tinha garantido a recusa de assinar um manifesto que corria nas fileiras do Exército Brasileiro e que era orientado pelas mãos de um tal Coronel, que vinha atuando dentro dos quadros da oficialidade dos principais quartéis da antiga Vila Militar do Rio de Janeiro.
Esse manifesto versava contrariamente sobre a posse do Presidente da República eleito pelo povo, o doutor Juscelino Kubistchek de Oliveira, que também já vinha sendo pressionado, para deixar os caminhos livres para um grupo que era defensor da tese do novo golpe de governo.
Esse grupo também teve que renunciar ao projeto que foi proibido pela reação da mão de ferro do nosso grande e eterno Marechal, o então Ministro da Guerra, Henrique Duffles Baptista Teixeira Lott.
Tive o prazer de conhecer pessoalmente e na época em que atuava nesse processo, esse fiel garantidor da posse do licitamente eleito Presidente da República e que nunca deixou também que a brilhante turma de R/2 convocados, fosse levada pela triste idéia de assinar o nefasto termo de aceitação, que daria base àquela aprovação absurda de impedir a posse do Presidente.
A turma revolucionária, sonhada e planejada pelo grupo montado pelo coronel ao qual me referi, iniciou seus trabalhos em 1957 e até 1964, graças ao Ministro Lott, não logrou êxito.
Por não fazer parte daquele movimento, a nossa turma de R/2 foi convidada para servir de base na Capital Federal de Brasília, passando a ser assim a tutora na implantação da Guarda Especial de Brasília, a chamada “GEB”, dando, àqueles que a aceitaram, um seguimento de carreira garantida até o posto de Coronel do Exército.
A figura principal desse movimento, o Marechal Lott, na luta contra essa revolução, visitava os quartéis, semanalmente, mantendo no cassino dos oficiais, um diálogo estreito e constante, em reuniões que eram sempre voltadas à um prudente “ alerta”, para a nossa turma de jovens oficiais R¬¬/ 2, e que sempre envolveriam os avisos e as garantias, de que não devíamos deixar, de forma alguma, que nenhuma nova idéia distorcida pelos argumentos daquele falado coronel, pudessem nos levar para os caminhos da tão mal falada e arquitetada revolução.
Aquela revolução foi abortada pelo Marechal Lott, trazendo para os brasileiros uma nova e provisória segurança, até o decisivo e contraditório ano de 1964, com o seu afastamento, até hoje não esclarecido, fazendo com que vestisse o pijama da aposentadoria.
Hoje, já decorridos mais de quarenta anos, ainda relembro com os nossos colegas de turma, que as famílias brasileiras daquela época, somente queriam garantias de atos democráticos, que proclamariam ao nosso imenso Brasil, a nossa paz interior, acreditando que ele seria sem dúvida alguma, o que hoje verdadeiramente já nos demonstra ser, uma das maiores potências do mundo moderno da economia globalizada.
Atualmente eu posso afirmar e garantir, que o nosso povo brasileiro, é um povo dócil, trabalhador e que jamais se deixou levar por idéias de revoluções.
Nosso povo jamais aceitaria eternamente, o tal chamado Estado de Sítio que nos obrigava a deitar antes das 22 horas e a levantar antes das seis horas da manhã, para sentir se o nosso dia seria de segurança e confiança.
Nessa situação, os momentos melhores de nossas vidas ficavam impedidos de se viver, como as conversas nas nossas praças e esquinas, como as nossas reuniões de rua, em grupos com mais de três pessoas,etc...
Graças ao nosso grande Pai, as cabeças brasileiras ganharam um novo equilíbrio e ficaram somente voltadas para a paz dessa terra maravilhosa, que é o nosso grande Brasil.

sábado, 18 de agosto de 2012

A NOSSA TRILOGIA, SEMPRE UMA VERDADE !


Por ser um absolutista, crente em minhas trilogias, vou iniciar a minha escrita já fazendo uso de uma delas.
Para isso eu abro o meu peito e grito: - um, dois, três e JÁ!!!!
Penso que assim estarei sacramentando maneiras de crenças e de hábitos, com a garantia dessa minha narrativa.
Quais serão os seus medos?
Serão em número de três ou serão um múltiplo de três, ou mesmo nove, o triplo de três?
Devemos seguir de perto todas as buscas da nossa vida.
E se fosse possível a cada um de nós, montarmos uma forte mentalidade trilógica, será que teríamos toda a consciência de que estaríamos dentro da maior firmeza de vida em equilíbrio?
Montando essas trilogias, protetoras das nossas vidas, teríamos problemas de escolhas, mas nunca deveríamos incluir nesse processo, as DÚVIDAS, as COVARDIAS e os ARREPENDIMENTOS.
A partir de agora, vou fazer uma divisão dos nossos dias e assim teremos a nossa primeira trilogia de vida, representada pelas HORAS, pelos MINUTOS e pelos SEGUNDOS.
Serão indiscutíveis esses elementos, os SEGUNDOS, refletindo as batidas do nosso coração, os MINUTOS, na representação das nossas passadas de pés, ESQUERDO e DIREITO, e por fim, as HORAS, representando o nosso PENSAR, o nosso EXECUTAR, e o nosso REALIZAR, que nos trarão para sempre a garantia de todas as conquistas diárias.
Vamos agora para a TRILOGIA das RELIGIÕES e dos seus DEUSES, que seguiremos abaixo:
para os HINDUS - BRAHMA, VISHNU, e SHIVA
para os EGÍPCIOS- OSIRIS, ISIS, e HORUS
para os ESCANDINAVOS- ODIN, FRESA e THOR
E agora os influentes e básicos TRES REINOS : o MINERAL, o VEGETAL e o ANIMAL.
Falando sobre o TEMPO, visualizamos o PASSADO, o PRESENTE e o FUTURO.
A ANALOGIA, é também assim dividida em CRIATIVIDADE, CRIANÇA, e EXPANSÃO.
Seguindo essa linha temos a ARTE, assim dividida: DIVERSIFICAÇÃO, SOCIABILIDADE e COMUNICAÇÃO.
O três também tem influência nas religiões, como vemos abaixo:
O Mantra Universal das letras,AUM a mais usada no mundo,
Para o cristão, PAI, FILHO e ESPÍRITO SANTO
Para os pagãos o SOL, a LUA e a TERRA.
Seguindo nesse raciocínio ainda temos as três letras principais do alfabeto hebraico:ALEF, MEM e SHIN.
Os reis magos também são três : BALTAZAR, BELCHIOR e GASPAR.
0s presentes dos Reis Magos ao Menino Jesus, também foram três:
a MIRRA, o OURO e o INCENSO.
Na defesa da vida pela oferta da ciência, temos a vacina do BCG representada pelos três elementos: os BACILOS DE COCK, os CALMEP e os GUERIM.
A vacina tríplice é outro exemplo quando protege contra a DIFTERIA, o TÉTANO e a COQUELUCHE.
Nas mudanças de tempo, também podemos observar as trilogias, pois a cada três meses, temos um clima diferente.
No campo dos negócios também observamos a trilogia, quando é fixado para cada trimestre um fator de análise e correção.
Para a vida se firmar também é preciso uma trilogia que envolve a OVULAÇÃO , a FECUNDAÇAO e o EMBRIÃO.
E se prestarmos atenção, vamos continuar descobrindo todas as coisas que envolvem o número TRES.
Pois em nossas vidas, ele representa simplesmente o TRIÂNGULO, a base de toda a nossa segurança, pois é o TRIPÈ da nossa vida.
Portanto, creio que devamos buscar sempre os nossos TRIPÉS.
Não podemos deixar de observar que a maior trilogia protetora, vem do PAI, do FILHO e do ESPÍRITO SANTO.
(Jorge Queiroz - abril/2010)
Fonte da imagem:websarti.blogspot.com

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

AINDA FALANDO DO “BOI”

Hoje, na maioria dos casos, para se dividir e retalhar o boi em arrobas, as separações se tornaram ingratas, principalmente, para a classe dos mais pobres.
O mercado futuro da bolsa de valores, faz a venda do boi ainda no campo, e por isso o boi ainda que solto no pasto, quando vai para negociação nas bolsas mundiais, recebe um preço ajustado para dez dias à frente do dia que está sendo feita essa negociação.
Isso ocorre porque aquele boi ainda será laçado no campo e transportado para o matadouro, onde será morto e distribuído aos frigoríficos, para então ser negociado e revendido aos nossos supermercados e açougues, na base dos traseiros e dianteiros.
A variação de preços chega a ser entre 120% e 180% do preço do boi em pé, ainda lá no pasto, e tem os seus acréscimos feitos pelos tipos de carnes, para os diferentes mercados de vendas, até mesmo para as carnes da cara do boi, um dos tipos escolhidos pelas fábricas de salsichas.
E assim também ocorre com os miúdos que têm sempre os seus preços reduzidos, sendo negociados na primeira faixa de preços mais baixos.
Ao longo da minha vida, já assisti em algumas das famosas pastelarias, no centro do Rio de Janeiro, a utilização das misturas de tipos de carnes bovinas, quando encomendam a carne moída para as suas fabricações.
Chegam a pedir que em cada 100 quilos de carne adquirida, 30% do peso, seja composto de misturas com alguns tipos mais baratos de carne, como os miúdos, tipo coração, fígado, rim e até mesmo cara de boi e bofe para lhes favorecer na queda do preço de custo de fabricação dos salgados e pastéis, ajudando assim, na sua diária competição nesse mercado louco da concorrência.
E apesar das misturas, no sabor, esses produtos às vezes ficam até melhores do que os confeccionados com apenas um tipo de carne, quando são feitos pela mão da sabedoria e do conhecimento, do profissional quituteiro, de cada casa especializada.
E hoje já alcançamos a posição tranqüila de sermos os melhores criadores e fornecedores de carne bovina na economia mundial, com capacidade e qualidade de poder fazer parceria com os grandes mercados do mundo, como os da China e da Rússia, conquistados recentemente.
Para concluir, eu quero afirmar que temos atualmente, o maior pasto do mundo e uma tecnologia bem controlada pela Embrapa, que dentro de todos os conceitos é uma das melhores Instituições do mundo.
Temos razões suficientes, para acreditar nas palavras roucas do nosso Presidente quando diz que somos criativos e que só nos falta ser produtivos, pois temos todos os tipos de tecnologia para criarmos o maior rebanho do mundo, com gado leiteiro, com gado de corte e com o gado confinado, para fornecimento de carnes especiais.
Não temos contra nós quaisquer acidentes na nossa natureza, que possam modificar esse caminho, pois no nosso Brasil, não cai neve nem sopram os furiosos tornados e temos histórias raras de existência de terremotos.
Vamos continuar a agradecer ao nosso Pai maior por essas indicações sadias e naturais da nossa Terra abençoada!
(Jorge Queiroz - agosto/2010)Fonte da imagem:flickr.com

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

COMER CARNE UM DESEJO, CRIAR O BOI BEM CRIADO, UM INFORTÚNIO

Eu e o boi, um encontro quase constante, um encontro que vem da época da última guerra mundial, quando ainda nada desse bicho eu entendia.
A indignação me mostrava que em nosso país, uma base natural da alimentação do nosso povo vinha dos açougues.
A carne no prato de cada brasileiro era básica, com todas as opções possíveis, nos mostrando que tínhamos um mercado variado em relação ao aproveitamento quase total.
Eu sempre ouvia dos antigos as frases mais ousadas, que nos diziam, que do boi, nós só não aproveitávamos o chifre, as unhas, o pêlo e os dentes.
E me recordo bem, como se fosse hoje, que na época da guerra, tínhamos um racionamento diário de produtos básicos na área da alimentação.
As famílias eram atendidas, recebendo tíquetes de cada tipo de comida, separadamente, e com estimativas necessárias, passada pela ordem, de acordo com o número de pessoas integrantes de cada grupo familiar.
Como sempre, em todos os negócios em que os homens se metem, as coisas viram jogos de interesses pessoais, eu me lembro bem, que a distribuição dos tíquetes de quantidades, eram de prazos semanais, mas o mercado do câmbio negro, que sempre custeava as guerras, eram diários, não deixando passar aquela grande oportunidade, de criar os diferentes oferecimentos financeiros, para tirarem vantagens das famílias inscritas no programa.
Essas famílias, com ou sem numero de participantes, vendiam pelas ofertas mais malucas e com deságios, os tipos mais interessantes de diferentes alimentos naquela negociação, criando,com certeza, um mercado comercial em paralelo, de venda de vales de feijão, arroz, carne, leite, pão, ovos etc.
Eu era um menino de seis anos, quando houve a implantação da forma desse novo sistema de racionamento, por tíquetes de compra, e era sempre nas longas filas de compras, que eu ficava muito ofendido, com os tipos de ofertas, que me faziam para pegarem os meus tíquetes de carne, feijão, arroz, pão etc...que minha mãe me orientava a fiscalizar.
O mercado brasileiro da época era suficiente para o sustento do nosso povo, que não ultrapassava os quarenta milhões de habitantes nos idos tempos da década de trinta.
Nessa época, nós tínhamos muito pasto, muita mata e ainda muitos rios e lagos que mantinham para nós, brasileiros, a grande esperança de sermos o que somos hoje, os maiores produtores de gado de carne no mundo.
Mas naquela época, devido ao ganho individual das famílias brasileiras, a
nossa carne para o povo era a chamada carne de segunda, que faz parte do dianteiro do boi e para apressar a arroba, ficávamos sempre com um residual de ágio muito forte para as carnes do traze iro, que são as mais apetitosas e macias e que pelo alto preço, pertenciam as classes A e B.
Isso, sem falarmos no famoso filet mignon, e na famosa picanha.
Eu, que era oriundo da classe “C”, sentia que meu pai fazia um grande sacrifício para nos dar os melhores tipos de carnes, o que na fase da guerra, era impossível de se ter em casa.
Por isso, até hoje, eu gosto e muito, de alguns tipos das carnes do boi e até de seus chamados miúdos, que me acostumei a comer em pleno exercício da guerra mundial da Itália.

(Jorge Queiroz da Silva - agosto/2010)
Fonte da imagem:permutalivre.com.br

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

MINHA EXPERIÊNCIA TRATANDO DE PLANTAS E ANIMAIS

Há alguns anos atrás, era eu, um pequeno criador e plantador no Município da grande Cidade de MAGÉ, na localidade de Nova Marília, onde tinha recentemente adquirido um pequeno sítio.
Lá, eu poderia exercitar a prática do plantar e aprender como se deve criar animais de pequeno porte, nessa nova área, por mim até então, totalmente desconhecida.
Meu espaço possuía dez hectares, com uma bela estrutura, com uma mina de água de nascedouro no centro do terreno. Tive a felicidade de levantar uma torre com uma super-reserva de água, extraída daquela mina, que tinha enchimento fácil, pois instalei no centro do seu poço, uma bomba d’água flutuante, conhecida como bomba sapo, que proporcionava com facilidade, o abastecimento de todas as áreas e cantos necessários, fazendo uma perfeita e total irrigação, pois os loteamentos eram distintos e compostos de plantações de laranjas, cana, mandioca, ervas e temperos, morangos silvestres, fruta pão, goiabas, etc...
Nessa bem pensada e pequena estrutura, ainda se alojava uma área para criação de coelhos, patos, galinhas poedeiras e suínos e no final do terreno, um lago de peixes, com tilápias e carás, que eram abastecidos por canos que distribuíam alimentação das sobras e resíduos excretados das pocilgas e galinheiros, alimentação essa, bastante apreciada pelos animais pequenos.
Eu administrava, aquela minha área, com o maior desejo de acerto, pois vivia um momento de buscar novos conhecimentos, entre os sitiantes vizinhos e alguns especialistas, daquela área agrícola, e que sempre me obrigavam a conversar bastante sobre os mais novos assuntos da minha vida, os de como plantar e criar.
Mas a minha expectativa de otimismo e criatividade para garantia de todas as causas que fossem extremamente necessárias ao melhor desempenho, que até então eram por mim desconhecidos, era a melhor possível.
Eu procurava equipar o local de trabalho com as ferramentas que fossem necessárias, e como seria normal, eu recém-chegado ali naquela área, chamava para mim a curiosidade da vizinhança, o que me trouxe uma vasta incapacidade, em discutir problemas de um negócio sobre o qual eu não tinha experiência em ser um planejador e executor, como aplicação de vacinas e de ferro nos animais, e ainda extração de dentes. No entanto, não pensava em desistir.
Contratei pessoal especializado em trabalhos de cercas e viveiros, uma grande turma, que eu tive que manter ali, durante o período das obras, hospedada e alimentada, pois teria que dar o melhor toque de velocidade, na execução do plano modesto de obra que planejei, e teria que garantir sobrevivência àquele grupo que ali ficaria alojado.
Apesar do trabalho constante até o término das obras, valeu a pena viver essa experiência por cerca de dois anos. Depois desse tempo, as grandes dificuldades financeiras, não amparadas pelo Governo, me fez desistir desse sonho.

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Um grande guerreiro ou...

Eu já tinha 21 anos e era aspirante a Oficial da Reserva convocado.Teria que ir ao Quartel General da Vila Militar no Rio de Janeiro e já de posse do instrumento de convocação do ano de 1955, me dirigi até lá, onde em companhia de meus colegas de turma, iria me apresentar a uma das figuras raras do exército brasileiro, um General que mais parecia um alemão radicado no Brasil.Pelas informações iniciais, ele era solteirão e bastante exigente. Discutia-se, já naquela época, sua masculinidade.Diziam que, para despistar e fugir das críticas acirradas da sociedade, ele tinha uma amante francesinha de vinte anos.Eu não estava nada preocupado com os mexericos. Queria simplesmente me apresentar ao General e ter a minha convocação oficializada.Talvez para me contrariar,pela grande vontade de ser liberado logo, fui o único aspirante que ficou retido lá no gabinete do General durante cinco horas seguidas.Ele alegava que eu não sabia me apresentar e só me despachou depois que os outros meus cento e setenta e cinco colegas de turma haviam sido liberados.Mandou-me sair com a seguinte frase:- Vai embora morenão, você nunca mais vai esquecer desse General aqui.Saí de lá com a triste impressão de que dentro daquele fardão estava um grande guerreiro ou .....

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

O seguro das nossas vidas começa na nossa cozinha

Tenho comigo um compromisso em lembrar sempre de quando fui empregado na área de fabricação de remédios e cuidados pessoais.
Lá, vivendo a fabricação de sabonetes, perfumarias, talcos, loções e cremes nutritivos de ações dermatológicas, entre tantos outros produtos, tive um aprendizado no dia a dia, de muitos cuidados.
Sempre achei que as empresas do ramo, deveriam alongar alguns ensinamentos para o nosso povo consumidor que, por falta de esclarecimentos, os utilizam de maneira perigosa e fora das faixas de segurança.
Acho que se esses fabricantes tivessem o cuidado de inserirem, em suas embalagens, alertas e avisos como fortalecimento às instruções do seu consumo, nós teríamos o nosso país com menos atuação nas áreas hospitalares e nas áreas de socorro médico.
Não quero aqui me apresentar como um chato, mas o nosso governo deveria enquadrar o nosso departamento de fiscalização de medicina, para se preparar para nesse nosso ritmo de crescimento,e termos garantias de poder vender dentro e fora do Brasil, com muita segurança, e sem o problema de ações extra-judiciais.
Para afirmar esse meu conceito de proteção, vou exemplificar a minha tomada de posição.
Quando eu dirigia e analisava as fabricações de sabões e sabonetes, cremes dental e colírios, eu assistia o nosso químico-chefe responsável, fazer os testes finais de grau de acidez, apenas usando sempre uma gota de um determinado reagente.
Eu perguntava pra’ ele que reagente era aquele e ele dizia ser a fenolfetaleina que pingando uma gota no sabão já pronto, a cor rosa forte, já dizia se o produto estava muito ácido e podia ou não, queimar a nossa pele.
Assim como aquele reagente, todos os produtos devem ter o seu reagente próprio, que poderia estar contido numa embalagem inicial de compra.
Bastaria que o governo entrasse nessa organização e fizesse o trabalho junto ao SAC daquelas empresas que lidam com a higiene e a saúde do povo.
Já está chegando o dia de exercitarmos a nossa segurança alimentar.
Vem aí o dia de Natal, e poderemos nesse dia, verificar que a bactéria da salmonela sempre pode se fazer presente no famoso prato desse dia, o nosso delicioso bacalhau.
E para descobrirmos a presença dessa bactéria, só seria preciso olharmos o fundo do mesmo, ou seja a parte de baixo do bacalhau e observar se ele tem em seu corpo, a presença de alguns pontinhos vermelhos. Se tal presença for constatada, atestaremos com certeza, a contaminação.
Um outro alimento onde verificamos facilmente esse risco são os palmitos, que sempre devemos comprar em embalagem de vidro no lugar de comprá-lo em latas, porque ao virarmos o vidro de cabeça para baixo, estaremos também constatando ou não, a presença dessa bactéria perigosa.
Só assim, com essa observação e a ajuda do governo, poderemos garantir a compra perfeita e a saúde da família.

domingo, 12 de agosto de 2012

Vida, sempre um caminho crítico



O ideal de nossas vidas, seria sempre o de nunca pensar nela.
E desde o seu início, fazer de tudo para somente vivê-la sem nunca esquecermos, que o caminho crítico da vida será sempre o mais importante.
E qualquer que seja a nossa ambição, ou a nossa busca, devemos pensar que o chamado destino existe!
Assim como as pedras, todas as coisas da nossa vida irão se encontrar, sempre no leito dos nossos rios e caminhos, ou em qualquer dos nossos afluentes de vida, que regem os passos da nossa ingerência, que formam a grande bacia terrestre do saber viver.
Mas, é sempre muito difícil viver... e não caberia a nós isoladamente, marcarmos os nossos caminhos de vida, pois ela será sempre como um gráfico de PERT tempo, onde todos os passos de um projeto são marcados pela tecnologia da engenharia moderna.
Essa mesma engenharia que fez o homem se preparar um dia, quando imaginou que poderia também conquistar o UNIVERSO.
Formulou essa idéia,de que num dia pudesse estar determinado a construção da primeira nave espacial, e que poderia levar em seu bojo, os astronautas das primeiras investigações de vida , a um desconhecido mundo extra-terrestre.
Mas, se pensarmos bem , nós já nascemos astronautas, e chegamos ao mundo na chamada “NAVE UTERINA”, no corpo de um foguete situado, em um casulo que fora tecido no ventre da nossa nave mãe.
Depois de uma longa viagem de nove meses, onde tentamos nos acostumar a todas as turbulências, somente depois de nascido, vamos ter conhecimento, de que iremos passar desse grande e primeiro estágio de vida embrionária, para uma vida de futuras novas descobertas.
Por certo nesse período desses 270 dias, dessa viagem uterina, estaríamos normalmente pressionados, dentro dessa cabine humana indevassável da nossa nave mãe, também chamada tecnicamente pelos ginecologistas de ambiente uterino.
Ainda que protegidos também por uma placenta, que na minha observação, se bem comparada, representa uma roupa espacial, usada normalmente pelos astronautas, nessa nossa primeira viagem interplanetária,onde vamos estar também protegidos por líquidos e por gazes pressurizantes, e ainda também as vezes ameaçados, pelo perigo da ingestão de alguns remédios ou aditivos, pela nossa nave mãe,no processo de acompanhamento médico, para nossa defesa em estado embrionário e pré-natal ou que por falta de cuidado ou desconhecimento técnico da nossa nave mãe, que ainda inexperiente, e que em determinados momentos da sua gravidez, esquece a responsabilidade de estar ali naquele momento pilotando uma nave espacial, e que transporta em seu corpo um futuro astronauta.
Esse pequeno astronauta que faz a sua primeira viagem de exploração, ao mais novo planeta, a TERRA.
A nave mãe, inocentemente ignora os cuidados a serem destinados àquele pequenino ser, um novo “ASTROTERRA”, que virá com certeza para habitar o nosso planeta, o primeiro que conhecemos, e quem sabe até então, possa ser o mais importante de todos os outros planetas que nós poderemos tomar conhecimento, na escala planetária Universal.
Assim sendo, ao ingressarmos num mundo exterior, onde sem nenhuma dúvida, vamos tentar esclarecer os motivos que nos fizeram aqui chegar, e que iniciaremos passo a passo, a pesquisar pela curiosidade que normalmente habita dentro de todo ser humano - os caminhos e as novas descobertas - ficaremos sabendo que a velha eternidade muito comentada começará a ficar compreensível.
E assim iremos com certeza reencarnar, seja em qualquer um outro lugar, que somente será apontado pelos desígnios de “DEUS”.
(Jorge Queiroz - novembro/2009)
Fonte da imagem : beatelles.blogspot.com

sábado, 11 de agosto de 2012

Não devemos mudar tudo, em nosso horário de verão !


Eu estou propenso a consultar o IBOPE, pois necessito de, com urgência, cruzar dados estatísticos.
Quero saber se existe alguma pesquisa no campo da saúde com relação ao aumento de atendimentos, ou mesmo que tipos de vendas de produtos farmacêuticos se fazem mais presentes nessa época do tão famoso horário de verão.
Eu afirmo pra’ vocês, como sou um cidadão infartado, que sempre que posso faço uma avaliação no campo da minha recuperação plena, em busca do equilíbrio de todos os graus de controles médicos.
Ainda mais que primo pela alimentação sadia e orientada pela minha vigilante e cuidadosa mulher, que controla todos os meu passos , pois, até quando ouve qualquer barulho em nossa cozinha ou geladeira, fora dos horários normais da minha alimentação, vai supervisionar o que estou comendo.
Uma das medidas que eu tomei por minha conta, foi a de não seguir o horário de verão, reprogramando o meu horário de remédios, alimentação, banho, trabalhos.
Continuei mantendo o meu horário anterior, não mexendo assim no passo do meu metabolismo interno.
Quanto a hora de dormir , deixo que o sono sempre desponte sozinho, como sempre fiz.
Sempre que se anuncia o horário de verão faço praticamente a mudança dos relógios, mas na verdade adianto somente o relógio, mas continuo mantendo meus horários pra tomar remédios, tomar café, etc...
Sinto-me assim seguro, em não ter alterado os meus horários básicos, de todos os principais passos, mantendo minha rotina alimentar.
Este horário visa unicamente à economia do pais, mas temos que avaliar, que povo também é parte do pais, e este nosso Brasil, pode estar observando a energia e buscando a economia produtiva, mas o povo também é parte da produção na economia mundial.
Acredito que devido ao horário de verão muitas outras coisas possam estar erradas e acontecendo por aí, por isso, acho que vou pedir socorro ao IBOPE, para que analise tudo em favor da segurança da saúde em nosso pais.
(Jorge Queiroz da Silva - novembro/2009)
Fonte da imagem:economizeletricidade.blogspot.com

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Um queijinho de Minas do "meió" que há !


Vou tentar num jeito todo especial, contar pra vocês a história do queijinho de Minas, da forma como conheci na minha vida campestre.Espero e peço que meus visitantes, no blog, me ajudem a confirmar ou a desmentir esta história, fazendo seu comentário a respeito do tema.Não há necessidade de que seu comentário, seja de fundamento técnico, mas que seja feito de qualquer forma, pois este assunto sempre foi pra’ mim de uma profunda criatividade nesse Brasil cheio de coisas curiosas. Faço então nas linhas abaixo, e em rápidas pinceladas, uma narrativa do que aprendi sobre queijos e criação de gado, e, sobretudo, o porque do nome gado leiteiro.Nas minhas andanças pelo serrado mineiro, quando era empregado de um grupo cimenteiro, que possuía uma fazenda em Unaí, ao norte do estado de Minas Gerais, eu muito aprendi numa consulta que fiz a um dos piões da fazenda.Perguntando a ele o porque dos mineiros serem os campeões na fabricação dos melhores laticínios da América do Sul, me referindo a manteiga e queijos, eu obtive a seguinte resposta: - oi moço carioca!, nós aqui somos os melhores porque trabalhamos pra’ isso e com inteligência. Nós tentávamos ser criadores de gado para corte de carne, mas o nosso terreno de pasto, não deu pro’ gasto, pois como o senhor sabe, aqui é a chamada terra das alterosas. Tudo é morro, tudo é despenhadeiro e nunca iríamos conseguir carnes macias para consumo, por conta de que o nosso gado, pra’ pastar bem e crescer melhor e com carnes macias como as de Mato Grosso e Goiás, isso seria impossível a gente obter um dia. Porque ao soltar o gado para pastagem, eles teriam muitos morros pra’ subir e se tornaria uma malhação de músculos, pernas e até mesmo de ancas. Daí então a dificuldade e o resultado seria sempre de uma carne de gado muito dura.A nossa saída foi apelar para produzir o melhor leite A, e os melhores laticínios. Só não temos de bom aqui a “mussarela”, que é produzida em qualidade melhor lá na ilha de Marajó, no estado do Pará e também em Mato Grosso, pois ela e feita com leite de búfala, que nunca teríamos condições de criar, pois as pernas e patas, desse tipo de gado não consegue subir morros, visto que são oriundos da África e acostumados no planalto.Vem daí essa dificuldade de criar para vender no açougue, moço! Então tivemos que partir para o nosso queijinho hoje tão famoso, graças ao bom Deus. E como o senhor já viu, isso, pra’ nós virou uma lógica, e somos muito felizes pela nossa “mineirice” esperta. –Com a explicação técnica desse trabalhador de Minas Gerais, quero finalizar, complementando com uma grande dúvida do passado quanto a fabricação caseira de alguns queijeiros com quem conversei.Eles afirmaram que o melhor coalho para fabricação de um queijo maravilhoso em consistência, cor e sabor, é preparado com uma boa dose da urina da própria vaca produtora do leite.Mas isso, eu preciso confirmar pois as coisas são realmente naturais, e o artificial fica às vezes bem distante.Por favor, queijeiros desse Brasil, me confirmem como se dá esse passo de fabricação dos queijos, fazendo o seu comentário, no final dessa leitura.
(Jorge Queiroz da Silva - julho/2010)
Fonte da imagem: bahianoticias.com.br

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

E nós, nos interessamos pelo tempo?

Já estamos em 2009 e lá já se foram onze meses. Já temos todo o aprendizado de um milênio vencido, e ainda assim, carregamos em nossos ombros o peso de uma incerteza, que pela influência de uma coisa chamada memória, nos leva sempre, a descrer do dia de amanhã. Estou cansado de ouvir as pessoas dizerem que esse nosso país não tem memória. Eu vou mais além e afirmo que o Universo não tem nenhum registro detalhado, e por conseguinte, nunca teve memória. Se por acaso, por obra do destino, o Diário de vida do Adão ou as memórias da vida de Eva fossem encontrados, talvez a gente pudesse descobrir muitas coisas. Mas ainda assim, nada poderíamos garantir e nunca saberíamos se todas as coisas escritas lá, seriam o espelho da verdade da vida do homem da terra. Qual teria sido exatamente a causa da rixa, entre Caim e Abel? Se naquela época, não existiam as bebidas, o fumo, a música, a dança, a droga, e o jogo, e seu consumo exagerado dos dias de hoje? E o que, realmente, teria levado os dois a se defrontarem, para um desfecho tão sério, na realização do primeiro crime que se teve noticia na terra ? Por analogia, na eliminação de motivos, chegamos a conclusão de que as roupas eram de folhagem, a casa era de pedra, o alimento eram as raízes, o relógio era o próprio sol, e pelo visto, só nos resta pensar, que o único motivo daquela tremenda rixa, só poderia estar ligado às coisas do “sexo”. E por que seriam exatamente esses, os principais motivos dessa primeira rixa, entre os primeiros seres humanos do planeta? Vá lá, que a Eva, como toda boa mãe, e muito mais preocupada em garantir a hombridade dos seus filhos, resolveu ensinar aos dois, que eles eram do mesmo sexo, e irmãos , e que, sendo assim, nunca deveriam transar. Pior foi a emenda, do que o soneto! A Igreja conta que a Eva foi concebida por uma costela do Adão, mas não conta mais nada na frente, e assim, já coloca em dúvida, que por certo apareceria um segundo, e quem sabe talvez, até um terceiro sexo. E aonde se instalaria esse terceiro sexo, e sem nenhum comentário, eu admito que isso deve ter sido problemático para Eva. Será que o nosso Criador, não poderia ter sido mais legal e ter dado vida, a um segundo casal? Pois só assim, teria descomplicado a vida da primeira mulher, a pobre Eva, responsável pela primeira família cristã do mundo. Mas hoje, o mundo está cercado de infinitos interesses, o mundo é hoje exatamente uma mescla de vários tipos de raça e pensamentos, que na realidade, buscam se firmar em novas conquistas, fazendo do homem um ser, extremamente complicado. O tempo fez mudar toda a humanidade, e fez de nós, um ser extremamente atento às horas. Mas com certeza, a corrida pela vida, vai fazendo o homem simplificar as suas idéias. Mas a grande proteção da humanidade foi o presente que Deus deu ao homem, a racionalidade e a inteligência de poder criar. Assim, o homem dividiu a vida em séculos, transformou os séculos em décadas, a década em anos e os anos em meses. Transformando os meses em dias, dividiu os dias em horas, subdividiu as horas em minutos e finalmente observou que criando os segundos, fatalmente condenaria esse homem, a ser responsável pelas maiores tragédias em nossa humanidade. Em compensação, obrigou ao homem a se a adaptar aos lampejos, pois tudo que de ruim ou de muito bom que acontece hoje, acontece em frações de segundos. O passo do segundo das horas, corresponde exatamente, ao batimento dos nossos corações, e assim sendo, a vida foi transformada em emoção e a cada vez, que alongamos qualquer ato de nossas vidas, vamos ter dificuldade de controle, pois um campo de idéias e de pensamentos úteis, não se alojam nos maiores espaços de tempo, e sim, na fração de segundos. Os segundos fiscalizam a vida do homem na terra onde se tem o resultado de cada ato humano. A Terra é o micro funil, por onde escorrem fatos e os acontecimentos da vida, portanto não podemos vacilar um segundo sequer, senão seremos esmagados, pelos minutos, horas, dias, meses e anos de nossas vidas. Façam pois, os seus registros de vida; não sejam nunca iguais a Adão ou Eva, que nunca tiveram um diário ou uma agenda e também nunca se importaram com os segundos de suas vidas, que são os nossos lampejos. Quero ser fiel ao tempo, acho que ele é o referencial mais importante da vida. Em todos os momentos que necessitamos para viver, temos sempre que incluir o fator tempo. O mais importante para o mundo atual, será valorizarmos sempre, os pequenos espaços, e acostumarmos a nossa mente, a se programar para atuar em frações de segundos, pois só elas, irão garantir que estaremos integrados, no novo conceito de viver, o raciocinar em tempo de máquina! E por isto hoje, estamos nos incluindo numa nova escravidão, a chamada Globalização, que vem exatamente super valorizar os segundos de vida que temos, e para isto já temos o nosso novo Adão, o fantástico Bill Gates! Que por certo obriga ao Mundo, a fazer seus registros, em micro impulsos eletrônicos.

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Saudade

Saudade, sim, mas do futuro! O passado está em mim, presente e a saudade está na minha frente. Saudade de um "pai" repleto, que, como percebo agora, foi marca de um "pai nacional", ainda que por pouco tempo. Hoje, com mais de setenta anos ,ao encontrar pessoas da minha época de criança, sinto prazer de reviver coisas que falam dele. Vivo hoje a saudade dessa vida curta, mas de uma história linda, forte, honesta e sadia em todos os sentidos; daí nunca ter me mostrado que eu teria essa perda prematura, a perda do meu pai! A partir daí, com os seus exemplos, o mundo foi para mim brilhante. Recebi desse ser seguro e tranqüilo, construído das participações mais importantes da mão de Deus, a certeza de que teria sempre a certeza da saudade do seu único filho. Outra saudade que me ocorre é a de minha nobre e abençoada mãe. Lembro que quando pedia qualquer conselho, me respondia que filho bom já nascia feito e, portanto, não necessitava de conselhos. Minha saudade eterna me diz que ambos, pai e mãe, estão hoje bem juntos, perto do Criador, pois não foi à toa que a morte de minha mãe ocorreu no mesmo dia em que se casou com meu pai. Não seria esse um encontro de saudade?
(Jorge Queiroz da Silva - abril/2009)
Fonte da imagem:sempreamao.blogspot.com

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Papo de botequim


O botequim, não é, sòmente, o lugar de tomar umas “biritas” ou lugar de se provocar o “vizinho da mesa ao lado" ou lugar de chatear o garçom com os pedidos impossíveis, ou mesmo, lugar de pedir ao crooner do conjunto, para repetir a mesma música, pelo menos umas duzentas vezes.Principalmente, nunca deverá ser o lugar, de permanecer na hora que o seu proprietário quiser fechar o estabelecimento, e já tenha insistido por várias vezes, para você não pedir mais nada.Feche sua conta e vá para casa com “Deus”, para que ele tenha o seu descanso, para poder funcionar no dia seguinte.O botequim, na minha observação, tem a sua representação de cultura popular, e é de especial importância, pois ali, se mede a capacidade mental, de cada um dos seus freqüentadores, que no botequim avaliam suas idéias.Ali, ainda se discute política, se derrubam governos, se criticam os chefes, se armam as revoltas, se descobrem os “chifrudos”, se fala de música e futebol, e por fim, se descobre, qual o homem que respeita a sua família, ama os seus filhos e admira a sua mulher, e, sobretudo, sabe limitar a dose do seu copo de bebida, para não prejudicar o bom andamento de sua vida.O botequim tem o seu “charme”, e desde que os portugueses, para cá vieram após o descobrimento, precisamente há mais de 500 anos, eles representam o ponto de encontros de invasores, colonizadores, poetas, jornalistas, militares, legisladores, artistas, cantores, compositores, professores, juízes e aposentados.Dou-lhe assim, o primeiro conselho:Ao freqüentar um “botequim,” por qualquer motivo, seja para dar uma descansada, para tomar um refrigerante, cerveja ou mesmo uma pinga, se acontecer daquele freqüentador assíduo, se aproximar de você, puxando aquele "papo", com os olhos fixos nos teus olhos , e com aquele bafo de onça, não tenha medo.Se ele chegou perto, foi porque confiou em você. Troque com ele, um papo rápido e sadio e seja cortês e nunca não deixe de guardar na memória, tudo o que foi conversado naquele instante.Se por um acaso, num futuro próximo, numa nova visita àquele mesmo botequim, você esbarrar com ele novamente, tome como regra básica, repetir com ele aquele papo, o que vocês tiveram anteriormente, e caso você conclua que ele não se lembrou de nada, disfarce, e vá saindo de fininho, se possível sem ser visto, para que ele não perceba, pois ele demonstrou, ser um beberrão irresponsável, tendo já a bebida destruido os seus neurônios.No futuro, ele poderá prejudicar a convivência, e não existirá mais o papo de bons amigos. Não perca seu tempo, faça tudo discretamente, sem deixar que ele perceba que está sendo um discriminado.Lembro bem, que quando mais jovem, eu assistia com muita indignação, os conhecidos serem retirados de uma mesa de botequim pela mãe ou pela mulher, quase à força, visto que seus familiares os aguardavam , com a macarronada de “domingo”, que por sinal já tinha sido requentada, várias vezes.Insistiam em não largar aquele papo firme, agarrado ao copo de cerveja e todo final de semana, em busca da cultura “botequitineira".Ora, meu povo, vamos pregar a cultura biriteira, mas não tanto assim, não devemos esquecer da família, ela exige a presença, e portanto sempre beba, junto dela.Temos a obrigação de analisarmos as pessoas que se abrigam nos bares, ali por vezes, encontramos os artistas e poetas, que se inspiram sòzinhos acompanhados de um copo de cerveja, e criam coisas maravilhosas, vide o poetinha “Vinícius de Moraes,” e a sua inseparável dose de wisckey, vide “Ferreira Gullar” o poeta do nosso Rio.E para provar isto, à coisa de uma semana, parando em um botequim para me refrescar com um copo de água mineral, deparei -me com um professor, proprietário de Colégio, que me pediu para dar uma olhada no livro de minha autoria que eu folheava enquanto bebia.Com humildade, entreguei meu livro para que ele visse e para surpresa minha, ouvi dele o seguinte comentário, eu também escrevo, já escrevi três peças de teatro, estou hoje aqui, porque me aborreci com meu filho, que não quer saber de estudar, e aqui estou, ao lado desta cerveja revisando os meus conflitos.Pensativo, afirmou gostar do meu estilo de escrever, perguntando-me se eu nunca havia pensado em escrever uma peça de teatro. Prosseguimos conversando aí então eu deixei para ele uma frase:- veja que não adianta ficar mergulhado em conflitos, compreenda a vida. Existem na vida, dois tipos de pessoas, um que nasce para receber e outro que nasce somente para dar. Procure se identificar, se você é aquele que na vida só recebe ou aquele que sempre dá.Respondeu-me ele que tinha valido muito a pena ele ter ido ao botequim tomar umas cervejas, pois, depois de minha afirmação, saia de lá outra pessoa!Portanto, não faça do “Botequim”, um atalho constante em sua vida, mas de vez em quando, dê uma passadinha nele, e eu te garanto que você vai aprender muito, pois vai buscar em outras pessoas, modelos para implantar em sua vida.Não faça do copo de cerveja uma condenação, mas sim, uma satisfação, e procure delimitar o tamanho do seu gole.Eu, por acaso, já assisti serem tratados grandes negócios, em mesas de bares.Na época em que dirigia uma empresa de construção civil, testemunhei em algumas churrascarias, várias associações importantes, para incorporação de grandes investimentos, e lá também já recebi convites para freqüentar igrejas, e participar do quadro de palestras religiosas, para dar exemplos de vida, só que não aceitei a nenhum deles, pois acho que na vida não se dá exemplos, vida simplesmente se vive! .
(Jorge Queiroz da Silva - agosto/2009)
Fonte da imagem: blogdogroo.blogspot.com

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Seria o útero materno uma nave espacial ?

O ideal de nossa vida seria sempre, nunca pensar nela. E desde o seu início, fazer de tudo para somente vivê-la, sem esquecermos , de que o caminho crítico da vida será sempre o mais importante, qualquer que seja a nossa ambição ou a nossa busca. Devemos pensar que o chamado destino existe! E assim como as pedras, todas as coisas da nossa vida, irão se encontrar, no leito dos nossos rios e caminhos, em qualquer dos nossos afluentes de vida, que regem os passos da nossa ingerência, que formam a grande bacia terrestre do saber viver. O ideal de nossa vida seria sempre, nunca pensar nela. E desde o seu início, fazer de tudo para somente vivê-la, sem esquecermos , de que o caminho crítico da vida será sempre o mais Mas, é sempre muito difícil viver e não caberia a nós, isoladamente, marcarmos os nossos caminhos de vida, pois ela será sempre como um gráfico de “Pert” tempo. Os passos de um projeto são marcados pela tecnologia da engenharia moderna, que fez o homem se preparar quando imaginou, um dia, que poderia assim conquistar o Universo. Formularam uma idéia de que no mundo poderia estar designada a construção da primeira nave espacial, que levaria, com certeza, os astronautas das primeiras investigações de vida, a um desconhecido mundo extra terrestre. Mas se pensarmos bem, nós já nascemos “astronautas” e chegamos ao mundo na chamada “nave uterina” no corpo de um foguete situado em um casulo tecido no ventre de nossa nave mãe. Após uma longa viagem de nove meses, onde tentamos nos acostumar a todas as turbulências, é que depois de termos nascido, teremos o conhecimento de que vamos passar deste grande e primeiro estágio de vida embrionária para uma vida de novas descobertas. Por certo, no período desses quase 270 dias da viagem uterina, seremos normalmente pressionados dentro desta cabine humana indevassável, da nossa nave mãe, chamada pelos ginecologistas, de ambiente uterino, e ainda que protegidos, por uma placenta, que nada mais é, se bem comparada, a uma roupa espacial, também usada normalmente pelos astronautas. Nessa nossa primeira viagem interplanetária, e que ainda assim vamos estar também cuidados por líquidos e por gases pressurizantes, que nos lembram as cabines espaciais, ficaremos também ameaçados, pelo perigo da ingestão inocente, de alguns remédios ou aditivos, pela nossa nave mãe, dentro de um processo de acompanhamento médico em defesa do nosso estado embrionário e pré natal. Também de repente, pela falta de cuidados e do desconhecimento técnico de nossa nave mãe, às vezes inexperiente, estaremos sujeitos em determinados momentos da gravidez, a alguns perigos, como um novo astronauta, que faz a sua primeira viagem de exploração, ao mais polêmico dos planetas, a Terra. Inocentemente, essa nave mãe ignora ainda, com certeza, os cuidados a serem destinados àquele pequenino ser, um novo “astro terra”, que virá habitar o nosso planeta, o primeiro que conhecemos, e quem sabe até então, possa ser, o mais importante, de todos os outros planetas, que podemos tomar conhecimento na escala planetária Universal. Assim sendo, ao ingressarmos num mundo exterior, onde vamos sem nenhuma dúvida tentar esclarecer os motivos que aqui nos fizeram chegar, e que assim então iniciaremos passo a passo, a pesquisar ùnicamente pela curiosidade, que normalmente habita dentro de todo ser humano, os caminhos, e as novas descobertas. Aí sim, ficaremos sabendo que a eternidade muito comentada, começa a ficar compreensível. Iremos reencarnar novamente, mesmo que seja em qualquer outro lugar, que sòmente nos será apontado pelos desígnios de Deus!
(Jorge Queiroz - abril/2000)
Fonte da imagem: aesperadegodot.blogs.sapo.pt

domingo, 5 de agosto de 2012

Samba em Berlim !

A chegada da “Coca Cola” no Brasil, aconteceu na década de 42. Para a divulgação daquele novo refrigerante, iniciaram a distribuição nas escolas. Lembro-me bem que traziam carretas carregadas, pelo marketing do até então desconhecido refrigerante, que ameaçava a liderança do nosso único e tão saboroso “guaraná”. Por trás desta distribuição gratuita, eles exibiam filmes promocionais, mostrando a força do refrigerante em todo o mundo. Naquele momento, por certo, o Brasil seria a nova porta de entrada, de um grande mercado de consumo, a América Latina. Forçavam então os nossos professores a exibir o tal filme, em troca da distribuição gratuita. O filme publicitário contava todo o processo de fabricação daquela bebida, que nos era servida totalmente “quente”. Daquela forma, quente, era uma “ coisa horrível” e isto se dava porque ainda não existiam as atuais “super geladeiras” e os “freezers”. Mas mesmo assim, diante daquela imposição publicitária, a nossa infância tentou ser resistente, àquele lançamento. Éramos totalmente fiéis ao produto brasileiro, que até hoje, ainda é um líder de mercado, o nosso sempre maravilhoso “guaraná champanhe”. Essa fidelidade , instintivamente, nos levava a recusar a oferta do refrigerante. Nossa repulsa natural, nos tornava agressivos, quando recebíamos uma garrafa, ainda quente, para fazermos uma prova. Simplesmente corríamos, ao primeiro ralo de esgoto, e despejávamos o conteúdo da garrafa e o classificávamos de refrigerante de “sabor purgativo”. Até hoje, eu não consigo entender, como este refrigerante, conseguiu se firmar aqui no Brasil! Eu afirmo, que não foi por conta da minha geração, que ele conquistou o nosso mercado consumidor. Estou certo de que tudo fizemos, para evitar, que este “xarope”, como chamavam, chegasse a liderar, as nossas pesquisas de vendas. Para nós, naquele tempo, ele era igual as pizzas. Nunca me esqueço de que por ocasião da Segunda Guerra mundial, o Exército Americano, que já se utilizava da Coca Cola, como o seu principal refrigerante, para alimentação da sua tropa, e que também, participava junto ao Brasil, durante a campanha brasileira na guerra da Itália, passou a distribui-lo aos soldados brasileiros. Foi aí que nasceu o drinque chamado “Samba em Berlim”, que nada mais era, uma criatividade dos nossos soldados, que misturavam o refrigerante à velha “cachaça”, sempre presente no farnel das mochilas dos nossos soldados, por não suportarem o seu sabor amargo. Aquela mistura, provocava uma reação qualquer e eles passavam a ter dupla coragem. No decorrer da guerra, começaram a ser citados pelas tropas aliadas, como sendo os guerreiros de maior sangue frio, em todas as batalhas, inclusive na de “Montese”. Com isso o “samba em Berlim” ficou amplamente conhecido pelo mundo.
(Jorge Queiroz da Silva - abril/2009)
Fonte da imagem:barelanchestaboao.blogspot.com