Lendo e ouvindo a música

Desenhos de Jorge Queiroz da Silva

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Ainda falando sobre cauções...

Posso ainda citar aqui um outro procedimento que envolvia caução.Foi uma jogada de controle, em razão de uma operação que profissionalmente fiz, para descontar títulos caucionados para cobranças de duplicatas.
Sendo a Empresa em que eu trabalhava, recente em concretizar operações daquele tipo, não possuía um quadro de clientes conhecidos pelos Bancos.
Isso fez com que as coisas começassem a se complicar, pois o normal naquele tipo de operação eram as garantias atingirem cerca de cento e vinte por cento do valor negociado. No entanto, os Bancos pensando em nossa pouca experiência, começaram a exigir garantias em títulos acima de trezentos por cento. Minha atitude foi passar a lançar em nosso caixa todas as garantias que entregava aos Bancos, para comprovar que todos os negócios estavam bem seguros e que sabíamos exatamente os valores que estavam em poder deles.
Por mais uma vez e para minha surpresa, pude verificar que os empresários, já naquela época, não instruíam seus funcionários a exercerem garantias sob seu trabalho, mas quando assim o faziam, não pressentiam o valor das providências e nem achavam que tinham sido contemplados com uma ação que só traria benefícios de segurança, honestidade, controle e apuração dos números de importância vital nas análises do giro de cobranças para assegurar a comercialização dos produtos.
Isto prova que devemos nos caucionar em qualquer ato de nossas vidas, pois só assim, estaremos garantindo um futuro melhor, com resultados positivos e segurança em todos os nossos negócios.

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