Lendo e ouvindo a música

Desenhos de Jorge Queiroz da Silva

domingo, 7 de agosto de 2011

A tri-tributação

O Brasil continua sendo o país sempre citado pelos seus tributos de sua receita federal, como um dos vilões da maior taxa de juros em todo o tipo de negócio, apesar de já ter embutido em sua lei bancária, um tributo eterno, o conhecido IOF (Imposto sobre operações financeiras).
Mas eis que, já se acercam dos nossos negócios no exterior, pois não podemos viver economicamente simplesmente usurpando a população de trabalhadores brasileiros.
Considerando que a mesa brasileira de negócios cresceu, teremos a maior urgência e necessidade de equacionarmos os nossos negócios em áreas sazonais de fabricação, para atender a todas as nações do mundo.
Estamos agora na grande indecisão, apesar do nosso ministro Mantega já ter afirmado várias vezes que o pior já passou, mas temos que alertar que estamos em plena hora dos grandes motivos brasileiros da decisão: ou estagnamos ou seguimos.
Precisamos ainda avisar ao nossos grandes industriais que não colaborem com a tri-tributação, pois na área de custos das nossas fabricações até uma ração para cachorro, um material de limpeza e até mesmo alguns artigos de decoração destinados ao consumo dos donos de empresa, incorporam o custo industrial. Isso somente para citar alguns ínfimos produtos. A coisa é mais séria quando se trata de bens de valor elevado.
Acredito que devamos mudar esse jogo. Vamos destributar os nossos custos em relação a nossa competência dentro da participação da concorrência mundial.
(Jorge Queiroz da Silva -23/05/11, em ditado)
Fonte da imagem:desabafolandia2.blogsp...

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