Lendo e ouvindo a música

Desenhos de Jorge Queiroz da Silva

sábado, 25 de agosto de 2012

A COPA DE 2010, NOS TROUXE DE VOLTA DUNGA E SUA “PROLE”

Quem diria, hem?
Quem poderia imaginar que eu teria que recorrer aos livros infantis, para numa nobre pesquisa, cheia de motivos e inspirada nessa Copa da África do Sul, para reencontrar a nossa verdadeira “BRANCA DE NEVE”, que por certo se apresentou a nós, num moderno formato, vestida de JABULANI.
Mais uma vez, nos apaixonaríamos por ela e, conseqüentemente, seríamos por ela influenciados, pois jamais poderíamos pensar, que pudesse nos acontecer uma nova desilusão futebolística.
E pensar que esse campeonato estava acobertado por uma turma tão bem orientada por esse gigante chefe “DUNGA”, que num passado próximo, teria vencido a todas as criticas de um grupo ferrenho de jornalistas que o acusava injustamente, em quase todas as suas missões de atleta do nosso futebol profissional.
Foi nesse cenário que a CBF, entregava a ele, o comando de outros vinte e três “gigantes” complementares, para dar o toque da formação do seu correto esquema tático, para poder cumprir a sua nova missão dentro de um caminho que se mostrava brilhante e vencedor.
Caso assim o fosse, poderíamos levantar e beijar novamente uma taça de campeão mundial, como no inesquecível ano de 1994 e o Dunga complementado um novo ciclo da sua carreira, como um treinador de futebol capaz.
Objetivos esses, que como todos nós brasileiros, bem sabemos, não são moles de serem cumpridos e encarados nas difíceis partidas de futebol, mas pelo nosso otimismo de brasileiro, nunca poderíamos deixar a nossa peteca cair.
Com essa esperança ficamos cada um de nós torcedores, a distribuir nossos sonhos de sermos campeões, dentro de nossas casas em reuniões de família e em nossos trabalhos, até o decisivo momento negro do dia 02/07/10; aquela nefasta sexta-feira cujo resultado da soma dos algarismos na sua numerologia é DEZ e portanto, para nós brasileiros de todas as crenças, jamais poderia abalar os nossos sentimentos de esperança.
Mas infelizmente, nos esquecemos de tudo, dentro desse enredo, de Branca de Neve e os Sete Anões, inclusive da cantiga que acompanha o caminho de volta pra’ casa. “ EU VOU, EU VOU, EU VOU PRA’ CASA EU VOU! “
Sem mentir nem duvidar, os nomes dos Sete anões, nos fazem lembrar coisas duvidosas, principalmente dentro de um campo de futebol.
Senão vejamos...
Analisemos os nomes...
Sobre o Dunga, já falamos...
A ele se seguem o Zangado, que o juiz com certeza expulsará...
O Soneca é totalmente fora da realidade de um bom jogador de defesa, pois não pode dormir...
O Atchim pelo sintoma, não deixa tranquilidade para o seu preparo físico...
O Mestre é como todas as pessoas que se julgam de valor se sentem...
O Dengoso é um gênero que nunca seria admissível para uma carreira de jogador de futebol...
E finalmente o Feliz, que deixei exatamente por último, sonhando com o Hexa.
Agora, só nos resta aguardar em casa, o ano de 2014.
Tomara que tenhamos uma nova turma mais VENCEDORA e com nomes mais sugestivos e não chefiada por um anão, mas por um “MESTRE”, que venha a ser realmente um “MESTRE”, como todos os nossos antigos vencedores.
Aqui, de minha parte, continuo achando que fomos vitimas de um problema técnico, causado por uma escolha de técnico precipitada e errada!

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