Lendo e ouvindo a música

Desenhos de Jorge Queiroz da Silva

domingo, 23 de outubro de 2011

UM RECADO POLITICO, POIS VEM AÍ O NOSSO NOVO PRESIDENTE!



Hoje a nossa grande massa política não cansa de dar ao nosso povo uma idéia de que eles não querem perder o domínio integral das áreas brasileiras e de forma total.
Como exemplo vejam a briga do pré-sal, esquecendo eles que tudo só irá acontecer no “pós-sal”, onde todos estarão de olho na carreira política e, como bem sabemos, de maneira alguma desejando que ela um dia, possa vir a se esgotar.
Ainda assim, caso venham pelo seu egoísmo político e pelo seu grande interesse e vaidade pessoal, poder vir a presidir, “essa” que é uma das maiores áreas terrestres habitáveis do mundo, terão a facilidade de obter um pleno e natural desenvolvimento, empurrados pelas suas próprias forças naturais.
Essa camada pré-sal será de inesgotável fornecimento, dentro de uma estrutura de pais, que por certo ninguém em sã consciência dirá, que deverá ser fácil encontrar, em qualquer outra parte do nosso globo terrestre, que se compare ao nosso maravilhoso Brasil.
E assim, por esse inesgotável modelo de nação, que tem tudo em mãos para ser uma das mais governáveis do mundo, desde a posição estratégica que ocupa no globo terrestre, que lhe dá um cordão de litoral, que permite a nós brasileiros que possamos ter a sua volta mais de cem portos navegáveis.
Dentro do atendimento de um PIB, como o nosso, estritamente invejado e diversificado que ainda nos fornece a maior diversidade de um nobre clima mundial, onde temos frio e o calor ao mesmo tempo e dentro de um mesmo dia, onde se estreita uma grande variação de fusos horários, que sempre nos obrigará a darmos uma maior atenção técnica e administrativa e que sem nenhum exagero sempre deram pra nós uma idéia de que Deus foi um brasileiro.
Nessa certeza temos imediatamente que implantar a nossa divisão por área distrital, no modelo da já existente na divisão da política do território americano e que funciona a séculos nos Estados Unidos, com bom aproveitamento.
Ainda podemos assim dizer, por termos uma nação tão grande, que em nosso dimensionamento político, também devemos estabelecer uma divisão distrital em cima da nossa força dos municípios.
Temos que administrar os nossos micro-espaços e deixarmos que a força unitária de cada um desses micro-negócios, possam demonstrar resultados positivos, quando na prestação de contas ao nosso órgão fiscal e arrecadador, seja ele de esfera estadual ou federal.
Assim teremos sempre uma ajuda local, onde iremos conhecer, no olho a olho, os nossos melhores brasileiros, além de prestarmos atenção na hora de escolhermos os nossos melhores administradores políticos, pois os eleitos estarão sempre perto de nós, pois todos serão nossos vizinhos.
Desse jeito veremos então para onde seguirá o nosso Brasil.
Vamos portanto, aumentar o cerco e a nossa vigilância em todas as áreas e a chave será sempre o degrau, pois iremos atuar futuramente, de rua em rua, de quarteirão em quarteirão, de bairro em bairro, de cidade em cidade, de município em município e de estado em estado.
O PAC, tem sido um exemplo disso; quantos já trabalham fazendo no seu bairro a sua própria casa?
E finalmente, não devemos analisar pelo que demos ou fizemos, mas sim pelo que falta fazer e o que falta a dar ao nosso povo tão sofrido!
O nosso político deve se prender nos caminhos do dar e fazer, e não precisa lembrar ao nosso povo, do que foi dado e do que foi feito, para esse mesmo povo.
No meu entender, esse ato de fazer e propagar será sempre uma menção política voltada para o voto e para as urnas, pois o nosso povo de hoje, já politicamente preparado, já deve saber e bem, o que por ele já foi feito.
(Jorge Queiroz da Silva - agosto/2010)
Fonte da imagem:dignow.org

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