Lendo e ouvindo a música

Desenhos de Jorge Queiroz da Silva

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

O Banco Central no início dos anos 80 criou novas ferramentas


Até que enfim, o mundo financeiro brasileiro tirou das mãos dos Bancos particulares e das Financeiras, o fator de reajuste de juros e moras, de um mercado pobremente vigiado. Esse mercado fixava as taxas de liquidação central e o Comitê  de Política Monetária, criado nos anos oitenta, veio a acabar com a bagunça financeira Brasileira. Antes disso acontecer, essa variação e esse descontrole ficava sem a denominação de um nome próprio, pois todas as operações financeiras eram baseadas nas determinações dos grandes Bancos brasileiros, que mantinham em suas mãos, os valores de suas operações projetados nos seus desencaixes e nas suas compensações diárias. Essa forma se fazia representar ao final de cada dia, pela entrega de um boletim onde eles anunciavam os valores e os resultados médios que representavam os montantes das operações. Naquele momento de Brasil, era muito normal nós ouvirmos no final do dia, anúncios em nossos noticiários, de que um determinando pequeno Banco tinha quebrado, pois tinha sofrido uma intervenção do nosso Banco Central. Hoje, graças a Deus, devido às novas normas, ficamos isentos dessa situação constrangedora, pois temos o controle mais normalizado e sem os sustos de perdermos, sem saber, os valores das nossas economias. Atualmente, quando falamos em taxa Selic, falamos em serviços de liquidação central do nosso Banco do Brasil e quando falamos de Copom, falamos de Comitê de Política Monetária do Brasil. Dessa forma, deram nomes aos bois, evitando acidentes desconhecidos e sem direção.

(Jorge Queiroz da Silva, em ditado - 29/03/11)

Fonte da imagem: nickmartins.com.br

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